Política

Raquel Dodge afirma que MP vai coibir divulgação de conteúdos falsos

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou neste domingo (7) que o Ministério Público “não hesitará” em agir para coibir a disseminação de vídeos com conteúdo falso nas redes sociais. Contudo, ela acredita que as pessoas estão mais atentas para o fato de que circula conteúdo falso nas redes sociais. Raquel Dodge ainda acrescentou que todos têm direito à […]

Mariana Lopes Publicado em 07/10/2018, às 19h46 - Atualizado às 19h49

Foto: José Cruz/Agência Brasil
Foto: José Cruz/Agência Brasil - Foto: José Cruz/Agência Brasil

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou neste domingo (7) que o Ministério Público “não hesitará” em agir para coibir a disseminação de vídeos com conteúdo falso nas redes sociais. Contudo, ela acredita que as pessoas estão mais atentas para o fato de que circula conteúdo falso nas redes sociais.

Raquel Dodge ainda acrescentou que todos têm direito à liberdade de expressão, mas o cidadão precisa contribuir para a divulgação de informações verdadeiras.

Eleição

Neste domingo, primeiro turno das eleições no Brasil, eleitores reclamaram de que votos para presidente não estavam sendo computados. O fato foi explicado pelo TRE, que afirmou que algumas urnas tem o tempo diferente de processar o voto. Enquanto um vídeo que viralizou na internet, no qual o eleitor apertava tecla 1 e automaticamente aparecia a foto do candidato petista Fernando Haddad, fato que foi desmentido pelo TRE.

Até o momento não há fraude confirmada nas urnas. O eleitor que teve algum problema deve registrar uma ocorrência na polícia ou comunicar ao TSE por meio do aplicativo Pardal, que recebe denúncias. As suspeitas serão investigadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público.

Se uma fraude for confirmada, o TSE adota medidas, entre as quais anular todos os votos da seção.

“Esses casos todos, quando chegam ao conhecimento da Justiça Eleitoral, estão sendo apurados. À medida que essas denúncias vão chegando, vão sendo apurados. Geralmente quem faz apuração são os órgãos competentes, para saber se é um vídeo verdadeiro ou é falso. Não tem como fazer pronunciamento prévio sem apuração correspondente”, declarou neste domingo o coordenador do Centro de Divulgação das Eleições do TSE, Luiz Rabelo.

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