Política

Mochi fala em democracia ‘forte e madura’ e diz que PT tem Haddad como alternativa a Lula

Candidato pelo MDB ao Governo de Mato Grosso do Sul, o deputado estadual Junior Mochi comentou a decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de impedir o ex-presidente Lula de ser candidato à Presidência da República nas eleições de outubro. O emedebista disse que a “democracia brasileira é forte e madura o suficiente para absorver um […]

Maisse Cunha Publicado em 01/09/2018, às 16h46 - Atualizado às 21h47

Junior Mochi fala sobre campanha do MDB em 2020, ao Midiamax Entrevista. (Arquivo, Midiamax)
Junior Mochi fala sobre campanha do MDB em 2020, ao Midiamax Entrevista. (Arquivo, Midiamax) - Junior Mochi fala sobre campanha do MDB em 2020, ao Midiamax Entrevista. (Arquivo, Midiamax)

Candidato pelo MDB ao Governo de Mato Grosso do Sul, o deputado estadual Junior Mochi comentou a decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de impedir o ex-presidente Lula de ser candidato à Presidência da República nas eleições de outubro.

O emedebista disse que a “democracia brasileira é forte e madura o suficiente para absorver um fato como esse” e que, além disso o Partido dos Trabalhadores já teria um substituto para ocupar o lugar que seria de Lula na Disputa.

“O PT já tem Fernando Hadadd como alternativa e vai procurar com ele garantir seu espaço junto ao eleitorado brasileiro”, disse Mochi via assessoria de imprensa.

A candidatura de Lula foi julgada pelo TSE, corte máxima da Justiça Eleitoral, na noite desta sexta-feira (31). Por 6 votos a 1, os ministros decidiram que a candidatura do petista é inviável já que ele é considerado ficha suja por já ter sido condenado por um órgão colegiado no caso Triplex.

Os ministros deram prazo de 10 dias para que o partido modifique a candidatura. A expectativa é que a chapa seja encabeçada, agora, por Haddad com a deputada Manuela D’Ávila (PCdoB) como vice.

Em nota, divulgada no início da madruga, antes mesmo da votação no TSE ser concluída, o Partido dos Trabalhadores informou que vai recorrer da decisão e que continuará lutando por todos os meios para garantir a candidatura de Lula nas eleições deste ano.

Lula está preso desde o dia 7 de abril na carceragem da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, cidade origem da Operação Lava Jato.

Jornal Midiamax