Política

Líder da CUT-MS é preso em caravana com ônibus clandestino no RS

Genilson Duarte tinha mandado de prisão em aberto

Richelieu Pereira Publicado em 24/01/2018, às 13h13

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Genilson Duarte tinha mandado de prisão em aberto

O presidente da CUT-MS (Central Única dos Trabalhadores do Mato Grosso do Sul) foi preso pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) e Brigada Militar na manhã desta quarta-feira (24), durante fiscalização próxima a Porto Alegre. Genilson Duarte e mais 46 pessoas acompanhariam o julgamento do presidente Lula, que ocorre na Capital gaúcha.

De acordo com o portal G1, a PRF informou que o ônibus alugado pela CUT-MS era clandestino e estava com as licenças da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) vencidas. Os militantes deixaram Campo Grande na tarde de terça-feira (23), e foram abordados em Montenegro, na Região Metropolitana de Porto Alegre.Líder da CUT-MS é preso em caravana com ônibus clandestino no RS

No ônibus abordado, os policiais verificaram que o presidente da CUT-MS, Genilson Duarte, estava com mandado de prisão em aberto desde o ano passado, por desobediência.

O veículo foi apreendido, e os passageiros foram encaminhados para outros veículos que se deslocavam para Porto Alegre. Genilson foi conduzido para a Polícia Civil.

Conforme a assessoria de imprensa da CUT-MS, Genilson não tinha ciência sobre o mandado de prisão em aberto contra ele, pois não foi encontrado em casa quando seria notificado, e ficou sabendo apenas na barreira de fiscalização no RS através dos policiais. 

Atualmente, o departamento jurídico da CUT-MS colhe informações sobre o caso para providenciar o pedido de liberdade de Genilson. De acordo com o mandado de prisão, Duarte “não foi encontrado para citação pessoal e, tendo sido citado por edital, não compareceu aos autos pessoalmente ou através de advogado” em processo criminal movido contra ele. Com isso, foi expedida sua prisão preventiva.

Sobre o ônibus clandestino, a assessoria informou que não sabia da proibição de o veículo viajar para fora do Estado, e que ele foi locado em uma empresa de Aquidauana, a 143 quilômetros de Campo Grande.

*Matéria atualizada às 10h42 para acréscimo de informações

Jornal Midiamax