Política

Reforma da previdência deve afetar 2 mil servidores na Capital, diz Marquinhos

Será votado ainda neste ano

Evelin Cáceres Publicado em 15/12/2017, às 14h41

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Será votado ainda neste ano

Marquinhos Trad (PSD), prefeito de Campo Grande, garantiu em agenda pública nesta sexta-feira (15) que encaminha ainda neste ano o projeto de reforma da previdência dos servidores municipais para a Câmara, a fim de não ter um prejuízo de R$ 500 mil nas contas públicas. Segundo o líder do executivo municipal, apenas 2 mil dos mais de 29 mil servidores seriam afetados pelo projeto.

“Não tem jeito, temos que encaminhar este ano. Só vai afetar quem ganha acima de R$ 5,5 mil, ou seja, pouco mais de 2 mil servidores entre ativos e inativos”.

O prefeito relata que a maior parte dos sindicatos aceitou a proposta, mas que a ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Professores) está relutante. “A maioria entende quando senta com a gente e conversa. Eles só não concordam”, explicou.

Na quarta-feira (13), o Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública, Sindicato da Enfermagem, Sindicato da Odontologia, Sindicato dos Médicos, Sindicato dos Servidores Municipais de Campo Grande, Associação da Referência 14, Sindicato dos Trabalhadores no Serviço de Fiscalização da Prefeitura de Campo Grande e Associação dos Guardas Municipais estiveram reunidos na Secretaria Municipal de Finanças e Planejamento.

O secretário municipal de Finanças e Planejamento, Pedro Pedrossian Neto, explicou que a necessidade da reforma se deve para colocar em nível municipal o que for feito no nível nacional.

O secretário ainda informou que se a prefeitura não cumprir a determinação responde por improbidade e não consegue o Certificado de Regularidade Previdenciária (CRT), que é emitido pela Secretaria Especial de Previdência Social e avalia os regimes de previdências dos municípios, estados e DF, se estão com boas práticas para manter a seguridade social dos aposentados de forma adequada.

Jornal Midiamax