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Acompanhe: Após 2 adiamentos, Marun toma posse na Secretaria de Governo

Ele será  responsável pelo relacionamento com o Congresso

Midiamax Publicado em 15/12/2017, às 17h19

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Ele será  responsável pelo relacionamento com o Congresso

O presidente Michel Temer (PMDB) dá posse nesta sexta-feira (15), no Palácio do Planalto, ao novo ministro chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Carlos Marun.

A posse do sul-mato-grossense havia sido adiada duas vezes. Na última delas, na quinta-feira (14), o adiamento ocorreu por conta da internação do presidente Michel Temer, que somente hoje recebeu alta do Hospital Sírio-Libanês, após ter passado por uma pequena cirurgia urológica.

O novo cargo de Marun é estratégico, responsável por conduzir o relacionamento do Governo Federal com o Congresso Nacional e com os partidos políticos e fazer a interlocução com os estados, o Distrito Federal e os Municípios. Marun substituirá Antônio Imbassahy no cargo. 

Com a posse de Marun, Fabio Trad aguarda ser convocado para voltar à Câmara dos Deputados.

Destaques nacionais

Marun não é o primeiro político radicado em Mato Grosso do Sul a ter destaque no cenário político nacional. Agora como ministro, o deputado federal figura em hall de pelo menos quatro políticos daqui que ocuparam cargos importantes na política brasileira.

Último sul-mato-grossense a ocupar cargo de ministro foi Ramez Tebet, nomeado em junho de 2001 pelo presidente Fernando Henrique Cardoso para comandar o Ministério da Integração Nacional.

Antes disso, Ramez se destacou no Senado e, inclusive, deixou o ministério três meses depois para ser eleito presidente do Congresso Nacional. O senador morreu aos 70 anos, em novembro de 2006, vítima de câncer no esôfago.

Outro político a ocupar ministério foi Delcídio do Amaral (sem partido). Especialista do ramo de energia, foi nomeado a comandar o Ministério de Minas e Energia em setembro de 1994, pelo então presidente Itamar Franco.

Delcídio permaneceu no ministério até janeiro de 1995, foi diretor de Gás e Energia da Petrobras entre os anos 200 e 2001, mas ganhou projeção nacional mesmo ao presidir a CPMI dos Correios, no Senado. Alvo da Operação Lava Jato, Delcídio perdeu o mandato e hoje está sem partido.

Além dos ministros, outros dois políticos também se destacaram nacionalmente. O nome mais importante foi Jânio Quadros, que nasceu em Campo Grande e chegou à Presidência do Brasil em 1961.

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José Fragelli, nascido em Corumbá, foi outro político de expressão. Além de governar o então Mato Grosso e conquistar cargo de senador por Mato Grosso do Sul, Fragelli chegou à presidência do Senado em março de 1985, permanecendo no cargo por dois anos.

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