Política

Site do Senado apresenta Pedro Chaves como empresário do setor educacional

Entrou na política em 2010

Diego Alves Publicado em 11/05/2016, às 00h50

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Entrou na política em 2010

A página do Senado Federal apresentou Pedro Chaves, primeiro suplente do senador cassado Delcídio Amaral, como empresário do setor educacional. Em notícia publicada no site Agência Senado, consta a naturalidade, formação e atuação de Pedro Chaves.

Leia a nota:

O primeiro suplente do senador Delcídio Amaral (sem partido-MS), que teve o mandato cassado nesta terça-feira (10), é o empresário Pedro Chaves dos Santos Filho, filiado ao PSC. Ele atua no ramo da educação e entrou na política em 2010, quando foi candidato à suplência na chapa de Delcídio.

Pedro Chaves é casado e nasceu em 1940, na cidade de Campo Grande (MS). Formado em Economia e Engenharia Econômica pela Unicamp, é mestre em Economia pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (Fipe).

A carreira de empresário começou em 1971, quando assumiu a direção de uma escola particular de Campo Grande. Anos depois, criou o Centro de Ensino Superior de Campo Grande (Cesup), transformado mais tarde na Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (Uniderp). Foi reitor da Uniderp até outubro de 2006, quando vendeu a instituição para o grupo Anhanguera Educacional, de São Paulo.

Em novembro de 2013, Pedro Chaves assumiu a Secretaria Municipal de Governo e Relações Institucionais de Campo Grande. Ficou no cargo até março do ano seguinte.

Atualmente, Chaves é diretor-presidente da Master Class Participações e Assessoria; vice-presidente da Associação Comercial do Estado de Mato Grosso do Sul; conselheiro do Instituto Sul Matogrossense de Ensino Superior (ISES); e diretor do Conselho do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul.

Pedro Chaves também preside o Conselho Deliberativo do Centro Universitário IESB, de Brasília e diretor-geral da Moderna Associação Campograndense de Ensino (MACE). O mandato que Pedro Chaves deve assumir dura até 2019.

Jornal Midiamax