Política

Sem citar Puccinelli, Reinaldo Azambuja admite negociação com PMDB

Segundo governador, PSDB tem conversado com diversas siglas 

Midiamax Publicado em 29/06/2016, às 12h09

None
reinaldoandre.jpg

Segundo governador, PSDB tem conversado com diversas siglas 

Durante entrega da reforma e ampliação do Centro de Educação Infantil Zé Du, no Parque dos Poderes, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) admitiu nesta quarta-feira (29) que está em fase de negociação com outras legendas, inclusive o PMDB, partido que estuda lançamento da candidatura do ex-governador André Puccinelli. Sem citar nome do peemedebista, Azambuja disse que este tipo de tratativa é “natural” antes do registro oficial das candidaturas.

“Hoje o partido conversa com todos os outros pois estamos na fase de composição de aliança. Isso é normal, tanto que outras legendas procuram a todos neste momento. É natural que isso aconteça até o registro das candidaturas. Como estamos conversando com todos, também estamos dialogando com o PMDB”, disse o governador.

Pelo partido do governador segue como pré-candidata à prefeitura de Campo Grande, a então vice-governadora Rose Modesto. Sobre possibilidade da vitória dela fortalecer sua reeleição em 2018, Reinaldo Azambuja disse que “uma coisa não tem ligação com a outra”.

“Eu não vinculo muito eleição municipal com estadual. Tem quem ache isso fator preponderante, mas eu não tenho essa visão. Acho que as eleições municipais diz muito respeito à situação local, aos problemas vivenciados no dia a dia das cidades”.

De acordo com o governador, no âmbito das eleições estaduais, a situação é um pouco diferente. “Tanto que se a logica fosse ter o maior numero de prefeitos para garantir eleição, eu não seria governador, pois de 79 municípios eu tinha apoio de apenas nove prefeitos e praticamente nenhum deles representavam as maiores cidades do Estado”.

A capacidade administrativa poderá ser determinante nestas eleições em Campo Grande, segundo o governador. “O centro desta eleição vai ser gestão, capacidade gerencial e principalmente capacidade para gerenciar na crise, porque governar na fartura e bonança é fácil. Quero ver governar em crise, com recessão, baixo crescimento e perda de receita. Isso eu acho que vai ser a lógica dessas eleições”, completou.

Jornal Midiamax