Política

Reinaldo pede ajuda da população para combater corrupção no Governo

O tucano quer que o cidadão denuncie atos corruptos

Jessica Benitez Publicado em 06/07/2015, às 20h38

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O tucano quer que o cidadão denuncie atos corruptos

Durante agenda pública em Douradina, o governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), pediu que a população o ajude a combater possíveis atos corruptos que possam ocorrer em seu governo. Segundo tucano, a administração é muito grande e, por isso, não há como ele mesmo fiscalizar tudo, desta forma cabe ao cidadão vigiar o erário público. Sobrou críticas até para o governo federal que protagoniza escândalos de corrupção desde ano passado. 

“Cabe a todos nós combatermos esse mal chamado corrupção que está acabando com o Brasil. É inaceitável que o dinheiro público seja desviado. Por isso, se souberem de alguma coisa errada no governo do Estado o cidadão tem o direito de denunciar. Às vezes a gente não enxerga tudo. O governo é grande e se tiver acontecendo algo errado, por favor, denuncie”, pediu.

Ele voltou a falar sobre o portal da transparência que o Executivo disponibilizará nas próximas semanas no qual a população poderá conferir todos os movimentos financeiros, bem como salários dos mais de 77 mil servidores públicos. Azambuja acredita que tornar os atos do governo transparentes aproxima o eleitor, traz para perto da política e resgata a confiança na esfera política.

“Não temos a nada a esconder queremos aproximar as pessoas do governo”, completou. Outra questão que ele considera benéfica ao relacionamento cidadão/Executivo é o fato de ter sancionado projeto de lei que proíbe a troca de marca do governo quando um novo administrador é empossado. “Daqui para frete a marca é Governo de Mato Grosso do Sul com as cores da bandeira. Acabou essa história de mudar governador, mudar marca, cor, tudo. Nós somos todos Mato Grosso do Sul”, discursou.

O tucano voltou a dizer que ajudará os 79 municípios independente de partido e criticou o ex-governador, André Puccinelli (PMDB), alegando que o peemedebista só ajudava prefeitos que eram aliados políticos, lembrando que ele mesmo foi vítima quando era gestor de Maracaju. “Cidades deixaram de ser atendidas pelo governo anterior que não enxergava as pessoas e sim os partidos. Não se pode governar pensando em partidos, foi isso que aconteceu no Brasil e arrebentaram o País”, avaliou.

Jornal Midiamax