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Política

Lama Asfáltica provoca pânico em alguns e felicidade em outros

Operação pode mudar pré-candidaturas
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Operação pode mudar pré-candidaturas

A Polícia Federal mantém sigilo sobre as investigações da Operação Lama Asfáltica, embora muita informação tenha sido vazada. Este clima, entre o que é verdade e o que não é, tem deixado muita gente, principalmente político, preocupada com o desenrolar de tudo.

A preocupação é maior para o grupo do PMDB, que sempre manteve contratos com o empresário João Alberto Amorim, principalmente nas gestões de Nelsinho Trad (PMDB) na Prefeitura de e de André Puccinelli (PMDB) no Governo do Estado. São das gestões deles, inclusive, os contratos investigados na Operação.

Os primeiros mandados, por exemplo, foram até a casa do ex-deputado federal e candidato a prefeito pelo PMDB em Campo Grande, Edson Giroto. Ele foi secretário de Obras do PMDB em 2014 e liderou os contratos investigados por algum tempo.

Após a primeira parte da operação, a Controladoria Geral da União e a Polícia Federal estudam outros contratos, que podem chegar a prejuízo ainda maior. Até o momento, baseado em apenas três contratos investigados, de um total de R$ 45 milhões, R$ 11 foram desviados. 

Se uns estão preocupados com o futuro destas investigações, outros estão torcendo para mudanças no cenário político com o avanço da operação. Este é o caso do ex-prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP).

O ex-prefeito explica que não teve acesso ao inquérito, mas já ouviu falar que vereadores também estão envolvidos. “Disseram-me que tem uma lista interessante de valores e outra especifica para cassar o mandato”, contou, sem detalhar a investigação.

Além dos contratos, João Amorim mantém estreita relação com o grupo do PMDB, a quem sempre doou dinheiro para campanha. Ele é, inclusive, irmão da deputada estadual Antonieta Amorim, que já foi casada com Nelsinho Trad, quando ele ainda era prefeito.

A Polícia Federal, CGU (Controladoria-Geral da União), Receita Federal e Ministério Público Federal investigam a suspeita de direcionamento de licitações do governo do Estado  entre 2013 e 2014 aos contratos de um grupo empresarial, supostamente liderado pela Proteco Construções LTDA, de João Krampe Amorim dos Santos. Na semana passada a polícia cumpriu 19 mandados de busca e apreensão, recolhendo 400 itens, que agora não analisados.

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