Política

CPI das Contas Públicas completa 3 meses amanhã e custo pode chegar a R$ 54 mil

Gasto é referente a contratação de assessoria técnica

Jessica Benitez Publicado em 10/08/2015, às 18h45

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Gasto é referente a contratação de assessoria técnica

Amanhã a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Contas Públicas completa três meses e finda o primeiro prazo dado aos vereadores para terminarem a investigação. Agora, eles podem solicitar mais 30 dias para concluírem relatório com emissão do parecer acerca da saúde financeira de Campo Grande. Sendo assim, o contrato com a Primazia, especializada em projetos contábeis e financeiros, terá que ser renovado. O gasto total com o serviço pode subir para R$ 54 mil. 

A empresa foi contratada para ajudar os legisladores a analisar as mais de 200 mil páginas documentais enviadas à Câmara Municipal pelos secretários do Executivo. O custo do contrato é de R$ 13.500,00 por mês com vigência de 90, podendo ser estendido por mais 30.

Até agora sete líderes de pastas do Município foram inquiridos, a próxima será a secretária de Políticas para as Mulheres, Liz Derzi de Matos. Inicialmente a intenção era antecipar os trabalhos para que 90 dias fossem suficientes para terminar a apuração, mas, segundo o presidente da CPI, Eduardo Romero (PTdoB), devido ao excesso de informação o acréscimo de tempo é inevitável.

A investigação abrange de janeiro de 2011 a abril de 2015 e, portanto, passa pelas gestões dos ex-prefeitos de Campo Grande Nelson Trad Filho (PMDB), Alcides Bernal (PP) e por fim pelo atual administrador Gilmar Olarte (PP). O objetivo é diagnosticar a saúde financeira da Capital, bem como apurar se há excesso de nomeações na prefeitura.

Já passaram por oitiva os secretários de saúde Jamal Salem; Administração e então interino de Educação, Wilson do Prado; o diretor-presidente da Funsat, Cícero Ávila, interino de educação Wilson do Prado e diretor-presidente da Funesp, José Eduardo Amâncio da Mota, o Madrugada, a titular da Secretaria de Assistência Social, Janete Belini D’Oliveira e a diretora-presidente da Agetran, Elizabeth Félix; da Semadur , Valdir Gomes.

Não está descartada a possibilidade de reconvocação, caso os integrantes da CPI encontrem necessidade de mais esclarecimentos, bem como solicitação de mais documentos.

Jornal Midiamax