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Política

Advogado critica prisões na Lama Asfáltica e MPE

Para ele ação é "policialesca"
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Para ele ação é “policialesca”

O engenheiro e ex-integrante da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) na gestão do ex-governador André Puccinelli (PMDB), Donizete Rodrigues, também faz parte da lista de depoentes que chegaram ao MPE (Ministério Público Estadual) na tarde desta terça-feira (17). Embora não tenha sido preso após força-tarefa na semana passada, seu advogado Lucas Lemos criticou o sistema adotado pelos promotores de Justiça.

Além de dizer que o engenheiro é inocente, ele não poupou o MPE. “O que acharam são indícios de irregularidades em obras e que ainda precisam ser comprovados. Meu cliente não tem qualquer participação nisso até mesmo porque são evidências o que não comprova fraudes”, disse.

Em relação às prisões temporários decretadas no último dia 10, o advogado classificou como policialesco. “É uma tendência que existe no Brasil como um todo. A gente vê isso no nacional (Lava Jato) e aqui em um Estado policialesco onde primeiro se prende para depois fazer pergunta, primeiro se condena para depois procurar saber se a pessoa tinha efetivamente culpa ou não”, completou.

Os mandados de prisão foram cumpridos no último dia 10 e tinham validade de cinco dias e eram embasados em investigação que apura prejuízo de quase R$ 3 milhões aos cofres públicos devido a obra pagas e não executada em rodovias estaduais. Na sexta-feira (13), o juiz Carlos Alberto Garcete decretou nova prisão temporária.

Desta vez envolvendo investigação relativa à licitação que ensejou o contrato pelo qual a Proteco tinha a obrigação de recuperação da estrutura da faixa de rolamento da rodovia MS-171. No sábado (14), porém, todos foram liberados por força de habeas corpus.

Ficaram reclusos o ex-secretário e ex-deputado federal Edson Giroto (PR), o empresário João Amorim, proprietário da Proteco Engenharia, de sua secretária Elza Araújo (cumpriu domiciliar devido à gravidez de risco), Maxwell Thomé Gomez, Rômulo Tadeu Menossi, Wilson Cabral Tavares e Wilson Roberto Mariano de Oliveira.

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