Política

Edil quer terminar trabalhos da comissão que pode cassar Bernal antes do recesso

Pelo prazo de 90 dias, o trabalho da comissão teria que ser suspenso no fim do ano devido ao recesso parlamentar. Entretanto Edil afirma que o relatório será concluido bem antes do previsto

Arquivo Publicado em 16/10/2013, às 11h59

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Pelo prazo de 90 dias, o trabalho da comissão teria que ser suspenso no fim do ano devido ao recesso parlamentar. Entretanto Edil afirma que o relatório será concluido bem antes do previsto

O presidente da comissão processante, vereador Edil Albuquerque (PMDB) declarou que vai acelerar os trabalhos para que sejam concluídos antes do recesso do fim do ano. A comissão processante foi instaurada na terça-feira (15), por 21 votos contra 8 e vai apurar as irregularidades apontadas no relatório da CPI do Calote, entre outras denúncias sobre a administração do prefeito Alcides Bernal (PP).

Segundo Edil, a apuração será acelerada para diminuir o prazo de 90 dias mencionado pelo relator da comissão, vereador Flávio César. “Os 90 dias que o Flávio falou são muito extensos. Vamos entrar no período natalino, recesso de fim de ano. Então vai ser preciso acelerar para concluir os trabalhos antes do recesso”, frisou.

Questionado sobre os prazos que devem ser cumpridos para que a comissão processante não seja invalidada, Edil afirmou que tudo será cumprido à risca. “Vamos cumprir à risca o que a Lei determina. Tem o rito que deve ser obedecido e não vamos deixar isso de lado em nenhum momento”, disse.

O presidente falou ainda sobre os procedimentos que serão adotados daqui pra frente e como será o trabalho. “Amanhã recebo a denúncia. Daí tenho cinco dias para preparar o documento para encaminhar ao prefeito. Depois ele (Bernal) tem 10 dias para me responder. Dessa resposta já deve sair o relatório final que pode opinar pela cassação do mandato dele (Bernal). É só dar bastante atenção e cumprir os prazos”, explicou.

Na avaliação de Edil, o andamento da comissão processante só poderá ser prejudicado em caso de o prefeito acionar a Justiça. “Os únicos problemas, na minha visão, são os embargos judiciais. Isso se houver, claro. Mas vamos agilizar o mais rápido possível, dentro dos prazos legais para que tudo ocorra de forma tranquila”, finalizou.

Jornal Midiamax