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Política

Bernal elege Grazielle como alvo e diz que ela faz sensacionalismo e é irresponsável

O prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), não poupou críticas ao comportamento da vereadora Grazielle Machado (PR) na Câmara de Campo Grande. O prefeito chamou a vereadora de irresponsável e disse que ela “vai para a galera” com o intuito de fazer sensacionalismo. “A Grazielle é irresponsável. Mesmo com dúvida, por não saber nem […]
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O prefeito de , (PP), não poupou críticas ao comportamento da vereadora Grazielle Machado (PR) na Câmara de Campo Grande. O prefeito chamou a vereadora de irresponsável e disse que ela “vai para a galera” com o intuito de fazer sensacionalismo.

“A Grazielle é irresponsável. Mesmo com dúvida, por não saber nem diferenciar o que é suplementação ou remanejamento, ela tem o desplante de falar em cassação do prefeito. Veja quem é ela e o que fez para o Município. Em oito anos passados ela apresentou pouquíssimos requerimentos e agora em cinco meses faz vários e até presidente Comissão de Finanças e Orçamento. O que ela quer é ir para a galera e fazer sensacionalismo”, criticou.

Apesar das críticas ao comportamento de alguns vereadores, o prefeito diz que não tem medo de enfrentar dificuldades e confia nos bons homens e mulheres do Tribunal de Contas do Estado e da Câmara de Campo Grande. “No TCE e na Câmara tem bons homens que não serão instrumentalizados”, apostou.

Presidente da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara, Grazielle entregou no Tribunal de Contas do Estado um pedido de orientação sobre a conduta do prefeito Alcides Bernal na prefeitura. A polêmica está em uma confusão de entendimento entre o que é remanejamento e o que se avalia como suplementação. Bernal está autorizado pela Câmara a fazer suplementação de até 5% do orçamento sem pedir, mas não pode fazer remanejamento. A Comissão de Finanças da Câmara entende que Bernal fez remanejamento de R$ 50 milhões. Já a atual administração diz que fez suplementação dentro do que é permitido.

O TCE pretende concluir o processo ainda na primeira quinzena de junho, quando dirá se Bernal cometeu ou não improbidade administrativa. Baseado no parecer, a Comissão de Finanças pode propor a cassação do prefeito. Para abrir o processo eles precisarão de 10 votos dos 29 vereadores. Já a cassação ocorre com o apoio de 20 parlamentares.

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