Política

Pré-candidatura de Zeca a vereador aproxima PSB do PT, diz Carlão

Na mira do PT, o PSB vê cada dia mais próxima a possibilidade de os partidos se aliarem para concorrer à sucessão do prefeito Nelsinho Trad (PMDB). Com o anúncio da pré-candidatura a vereador do ex-governador Zeca do PT, a eventual aliança entre as siglas ganhou um ingrediente a mais. Para o presidente municipal do […]

Arquivo Publicado em 18/04/2012, às 10h39

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Na mira do PT, o PSB vê cada dia mais próxima a possibilidade de os partidos se aliarem para concorrer à sucessão do prefeito Nelsinho Trad (PMDB). Com o anúncio da pré-candidatura a vereador do ex-governador Zeca do PT, a eventual aliança entre as siglas ganhou um ingrediente a mais.


Para o presidente municipal do PSB, vereador Carlão, o ex-governador “é um grande puxador de votos que poderá fazer com que a coligação eleja vários vereadores”. Atualmente, os socialistas possuem apenas um representante na Casa de Leis.


O parlamentar calcula que, confirmada a participação de Zeca na disputa por uma das 29 cadeiras do Legislativo, o grupo de partidos aliados ao pré-candidato a prefeito do PT, deputado federal Vander Loubet, fará ao menos sete vereadores.


Pretendendo dobrar a bancada do PSB na Câmara da Capital, a estratégia agrada o dirigente socialista. Segundo Carlão, uma eventual coligação com o PT, tendo Zeca como candidato a vereador, faria com que o partido elegesse pelo menos dois parlamentares. “Dá para fazer dois com folga”, opinou.


Carlão enfatizou que não acredita que o ex-governador dispute as eleições, mas admitiu que a proposta petista ao partido socialista “deu uma melhorada boa”. “Ainda estamos conversando, com o PSDB. Vamos nos aliar com aquele que oferecer as melhores condições para os nossos pré-candidatos”, comentou.


Outro indicativo de aproximação entre PT e PSB veio durante encontro realizado em Dourados no final de semana. O secretário nacional do partido, Carlos Siqueira, e o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) orientaram os dirigentes sul-mato-grossenses a firmar alianças “preferencialmente com partidos de esquerda”, a exemplo do PT.


“É uma orientação de que se unir com a oposição seria uma boa, mas não podemos nos aliar com qualquer oposição. Vamos conversar com a oposição e também com a situação e avaliar o que é melhor para o PSB”, pontuou.

Jornal Midiamax