Política

De olho na presidência, Edil acha que PMDB atingirá 30 anos de comando na Câmara

O atual vice-prefeito e vereador eleito em Campo Grande, Edil Albuquerque (PMDB), afirmou nesta segunda-feira (5), durante evento no gabinete da prefeitura, que não acredita que o PMDB terá problemas para chegar à presidência da Câmara, completando 30 anos no cargo. O vice-prefeito, que estará na Casa em 2013 avalia que a independência do legislativo […]

Arquivo Publicado em 05/11/2012, às 14h09

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O atual vice-prefeito e vereador eleito em Campo Grande, Edil Albuquerque (PMDB), afirmou nesta segunda-feira (5), durante evento no gabinete da prefeitura, que não acredita que o PMDB terá problemas para chegar à presidência da Câmara, completando 30 anos no cargo.

O vice-prefeito, que estará na Casa em 2013 avalia que a independência do legislativo pode fazer o partido continuar à frente da Câmara, visto que caberá aos 29 vereadores a escolha do novo presidente.

“O prefeito não vota. Quem vota são os vereadores. Só nesse ponto temos liberdade internamente. Não venho aqui dizer para o prefeito o que ele deve fazer”, respondeu.

Questionado sobre a situação contrária, quando o prefeito influencia no que o vereador faz, Edil justifica a que o caso não é de influência, mas sim uma abordagem para votação de projetos de urgência, o que acaba dando a impressão de subserviência.

Edil afirma que ainda não está articulando para ocupar a presidência. Porém, ressalta que já foi presidente, vai para o quarto mandato e está preparado para ser presidente.

O vice-prefeito analisa que ainda é cedo para falar sobre presidência e acredita que a discussão ganhará força faltando 15 dias para a posse, prevista para o dia 1º de janeiro.

Prédio da Câmara

O vice-prefeito também falou sobre a polêmica em torno do prédio da Câmara e alegou que a Prefeitura ainda aguarda decisão judicial.

Ele relatou que o problema não está no processo feito à época, quando a prefeitura alugou o prédio, mas no fato de agora não se chegar a um acordo quanto ao preço para a venda.

Edil entende que para a prefeitura seria mais fácil se pudesse comprar o prédio. Ele avalia que é possível comportar os 29 vereadores no prédio atual, tendo em vista que o prédio comporta reformas que permitiram a construção de outros andares.

Jornal Midiamax