Política

Após consenso no PMDB, Nelsinho avalia que Esacheu ‘está no lugar certo’

O prefeito de Campo Grande Nelson Trad Filho (PMDB) falou sobre o consenso dentro do PMDB que levou o deputado estadual Júnior Mochi ao comando do partido. Para Nelsinho a presidência de Mochi foi considerada ótima e o deputado tem investidura maior para comandar o partido, além de mais representatividade por ser deputado estadual. Nelsinho […]

Arquivo Publicado em 12/12/2012, às 13h13

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O prefeito de Campo Grande Nelson Trad Filho (PMDB) falou sobre o consenso dentro do PMDB que levou o deputado estadual Júnior Mochi ao comando do partido. Para Nelsinho a presidência de Mochi foi considerada ótima e o deputado tem investidura maior para comandar o partido, além de mais representatividade por ser deputado estadual.


Nelsinho avalia ainda que, por ser uma forte liderança na região norte do Estado e líder do governo, o deputado se encaixa no perfil que deve possuir a presidência do partido.


“Esacheu contribuirá muito como vice. Ninguém queria tirar o Esacheu, botar ele para fora (do partido). Ele está no lugar que eu acho certo para o momento que estava passando.”.


Oxigenação


O prefeito foi favorável a chapa encabeçada pelo deputado estadual Junior Mochi (PMDB) na disputa pela presidência do PMDB e considerado um dos maiores defensores da saída de Esacheu da presidência do partido.


O clima entre eles ficou ruim depois que Esacheu fez uma análise da disputa eleitoral em Campo Grande. No entendimento de Esacheu, Nelsinho saiu enfraquecido da disputa, já que foi o coordenador da campanha de Edson Giroto (PMDB). A derrota, na avaliação de Esacheu, tornava a vice-governadora Simone Tebet (PMDB) a candidata natural do partido ao Governo do Estado.


Irritado com as declarações, Nelsinho ameaçou abandonar o partido se não fosse o escolhido e lançou a campanha contra o atual presidente, dizendo que uma reeleição dele significaria que o PMDB não o queria mais. As ameaças de Nelsinho desagradaram Simone. A vice-governadora declarou que não brigaria por cargos e rebateu Nelsinho, dizendo que era peemedebista e não abandonaria o partido se não fosse escolhida.


Nelsinho ganhou o apoio do senador Waldemir Moka (PMDB), do deputado Carlos Marun (PMDB) e do irmão, Fábio Trad (PMDB), na defesa de uma oxigenação no partido.


O pedido de oxigenação não agradou Esacheu, que prontamente rebateu, avaliando que “as pessoas que falam em oxigenação estão expelindo gás metano”.

Jornal Midiamax