Polícia / Trânsito

Lei Seca já prendeu 14 motoristas por beber e dirigir nos primeiros 18 dias de 2020

O BPTran (Batalhão de Polícia Militar de Trânsito), com apoio do Detran (Deparamento Estadual de Trânsito), fez blitz da Lei Seca em três pontos de Campo Grande e registrou 66 autos de infração de trânsito após a abordagem de 119 veículos. A fiscalização ocorreu entre sexta (17) e sábado (18) nas Avenidas Afonso Pena, Eduardo Elias […]

Ana Palma Publicado em 19/01/2020, às 08h57 - Atualizado em 20/01/2020, às 07h59

(Foto: Divulgação BPTran)
(Foto: Divulgação BPTran) - (Foto: Divulgação BPTran)

O BPTran (Batalhão de Polícia Militar de Trânsito), com apoio do Detran (Deparamento Estadual de Trânsito), fez blitz da Lei Seca em três pontos de Campo Grande e registrou 66 autos de infração de trânsito após a abordagem de 119 veículos. A fiscalização ocorreu entre sexta (17) e sábado (18) nas Avenidas Afonso Pena, Eduardo Elias Zahran e Fabio Zahran. Nos primeiros 18 dias de 2020, já foram 14 presos em flagrante por embriaguez ao volante.

Segundo informações do Batalhão, foram feitos 126 teste e 21 motoristas se recusaram a passar pelo bafômetro. No caso do resultado do bafômetro ficar acima dos 0,33 mg/l, é considerado crime de trânsito e há prisão. Quando o índice fica abaixo disso, o condutor não é detido, mas paga R$ 3 mil e tem a CNH suspensa, além do registro de sete pontos no documento.

Durante blitz, os policiais encontraram quatro condutores que não tinham habilitação. Além disso, foram recolhidas 24 CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e dois automóveis e uma motocicleta foram removidos para o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul).

Dados do BPTran mostram que só neste mês de janeiro, dos dias 1° a 18, a Lei Seca surpreendeu 80 condutores dirigindo embriagados, número expressamente superior ao mesmo período de 2019 e 2018 – que registraram 49 e 23 – o número soma os que beberam acima de 0,33 mg/l, quando há detenção, e os ingeriram menos, mas mesmo assim, é infração.

O comandante do Batalhão de Trânsito, tenente-coronel Franco Allan, explica que as constantes fiscalizações geram sensação de segurança e são medidas de prevenção, já que muitos motoristas escolhem não beber por saber que existem blitze. “Depois que passamos a ser mais incisivos com a Lei Seca, percebemos que a sociedade tem evitado beber e dirigir”.

Jornal Midiamax