Leandro Apolinário da Silva, 32 anos, morreu na quinta-feira (6) na Santa Casa de Campo Grande. A vítima sofreu queimaduras graves pelo corpo no dia 11 de fevereiro, no bairro Estrela Porã. Ele teria levado um choque elétrico ao furtar fios de energia.
Inicialmente, Leandro foi socorrido e levado para ala vermelha do HV (Hospital da Vida), mas diante da gravidade das lesões, teve que ser transferido para a Capital.
Conforme declaração de óbito a que a reportagem do Jornal Midiamax teve acesso, entre as causas da morte estão as queimaduras e também uma pneumonia bacteriana.
Leandro Apolinário da Silva tinha passagem pela Polícia Civil de Dourados, com condenação de 30 anos pela morte do gráfico morte do gráfico Edirceu de Oliveira, de 42 anos.
O crime aconteceu em 4 de julho de 2010 em Dourados e a vítima era funcionária do Jornal O progresso. O caso ganhou repercussão na época, uma vez que Edirceu também era entregador de jornais no Correio do Estado e saiu de casa para trabalhar por volta das 6h, quando foi assassinado com dois tiros na cabeça.
Conforme inquérito policial, o motivo seria banal. O acusado Leandro Apolinário teria pedido um cigarro ou um isqueiro para a vítima. Edirceu teria negado atender ao pedido e por isso levou dois tiros na cabeça.
Na época, Roberto Rivelino Brunel Aguilera, de 18 anos, conhecido como ‘Riva’ também, foi a julgamento como cúmplice do assassinato e foi condenado há 10 anos de prisão. Durante o interrogatório, Leandro demonstrou frieza e ainda deu risadas em diversos momentos.
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