Nem mesmo portão com sensor, monitoramento de câmeras e vários moradores no mesmo espaço impedem a criminalidade de um condomínio na Rua Villas de Paloma, Vila Cidade Morena, em Campo Grande. Imagens mostram a facilidade de ladrões em invadir o local e furtar bens.
Cristiane Wilbert, de 28 anos, auxiliar de departamento pessoal, mora no condomínio há quatro anos. Ela reclama que desde a instalação de um canteiro de obras de uma construtora, a região virou “atrativo”, para criminosos.
“Antes, estava mato, daí reclamamos eles tiraram o mato e os lixos e levaram para o outro lado do condomínio onde tem um terreno deles que vão construir o próximo prédio, [mas] virou moradia para usuários e material de construção 24 horas por dia. [Criminosos] fizeram um buraco na parede e eles passam para roubar e usar drogas”, reclama.
Ao anoitecer a situação piora, na madrugada desta terça-feira (18), imagens de segurança mostram um homem danificando o portão eletrônico e invadiu em poucos minutos. É possível ver que ele caminha pelo condomínio, entra na garagem e leva duas bicicletas.
Na ata de regras do espaço, o “condomínio não se responsabiliza por roubo ou furto de objetos deixados no interior do condomínio”. Segundo a moradora Luciana Abdonor Pedroso, professora, de 45 anos, não há vigilância na portaria no horário noturno. Na última assembleia, a maioria dos condôminos não concordou com alternativas de segurança por aumento na taxa da moradia.
“Estamos sendo acometidos por roubos sequenciais. Meliantes arrombando a lixeira, subindo no muro do terreno abandonado. Estamos suscetíveis a bandidagem. Nosso condomínio não tem condições de bancar vigilantes no momento, não temos recursos. Pedimos ronda policial ao redor dos apartamentos, principalmente à noite e madrugada. Tememos por roubo de motos, carros e até mesmo de nossos apartamentos, já que trabalhamos o dia todo fora e várias bicicletas já foram roubadas, inclusive trancadas com cadeado e corrente”.
Confira as imagens:
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