Pular para o conteúdo
Polícia

Plano do PCC para matar Moro e promotor: PF faz apreensões em Campo Grande

Mandado de prisão também foi expedido para alvo de Campo Grande
Thatiana Melo -
(Henrique Arakaki, Midiamax)

A cumpriu na manhã desta quarta-feira (22), em , um mandado de busca e apreensão durante a deflagração da Operação Sequaz, após a descoberta de um plano de morte contra promotor, senador e agentes públicos. Ex-ministro da Justiça e senador pelo Paraná, Sergio Moro seria um dos alvos do plano de morte.

Ao todo, foram expedidos 24 mandados para quatro estados, entre eles e o Distrito Federal.

Segundo informações repassadas pela PF ao Jornal Midiamax, em Campo Grande o mandado de busca e apreensão foi cumprido, mas não foi revelado que material apreendido e nem a região de Campo Grande onde o mandado foi cumprido.

Já em relação ao mandado de temporária que foi emitido pela Justiça para ser cumprido contra alvo em Campo Grande, segundo a PF ainda não houve a prisão. A maioria das prisões ocorreu no estado de , segundo a Polícia Federal. A PF ainda cumpriu mandados em Rondônia, Paraná, Distrito Federal e São Paulo. 

Plano de matar autoridades

O objetivo é desarticular plano da facção criminosa PCC, que pretendia realizar ataques contra servidores públicos e autoridades, incluindo homicídios e extorsão mediante sequestro.

Segundo as investigações, os ataques poderiam ocorrer de forma simultânea, e os principais investigados se encontravam nos estados de São Paulo e Paraná.

Cerca de 120 policiais federais cumprem 24 mandados de busca e apreensão, sete mandados de prisão preventiva e quatro mandados de prisão temporária em Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo e Paraná.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, publicou nas redes sociais que o plano descoberto pela PF tinha como alvos vários agentes públicos, entre eles um senador e um promotor de Justiça. 

Moro seria alvo

Ex-ministro da Justiça e senador pelo Paraná, Sergio Moro e o promotor Lincoln Gakyia do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) de São Paulo seriam os alvos de plano de morte descoberto pela Polícia Federal.

O ministro da Justiça, Flávio Dino, confirmou no início desta quarta-feira (22) que um senador e um promotor de Justiça seriam alvos de plano de morte organizado pela facção criminosa PCC.

Pouco depois, a assessoria de imprensa do ex-juiz e atualmente senador pelo Paraná, Sergio Moro, informou que ele seria um dos alvos da quadrilha. Moro teria se tornado alvo quando determinou, ainda à época que comandava o Ministério da Justiça no governo Bolsonaro, a transferência do líder do PCC, Marcola, em fevereiro de 2019. Marcola foi levado de presídio de São Paulo para unidade prisional em Rondônia.

Compartilhe

Notícias mais buscadas agora

Saiba mais

Após reclamações, polícia faz ‘batida’ e barra atividades em bar chique de Campo Grande

eleição paranhos

TRE-MS rejeita recurso de candidato a prefeito do PT em Paranhos; confira como fica eleição

Vacinação

Defensoria Pública realiza plantão de vacinação contra a gripe neste sábado

Conselho Tutelar afirma que criança abandonada pela mãe não foi atropelada 

Notícias mais lidas agora

Após adiar por quatro vezes, CNMP vai julgar relatório sobre inspeção no MPMS

ferveu

VÍDEO: Ônibus ‘ferve’ e atrasa passageiros no Terminal Morenão

detran direitor

Ex-diretor do Detran-MS é absolvido por supostas contratações irregulares

Caiado critica Lula, Gleisi e dá ‘indiretas’ a Bolsonaro em lançamento de pré-candidatura

Últimas Notícias

MidiaMAIS

Gravado em Campo Grande, curta-metragem mostra riqueza gastronômica de MS

Produção audiovisual mostra pratos criados no vento Circuito Gastronômico de Campo Grande'

MidiaMAIS

No ‘look’ para curtir show, fãs aguardam Matuê na Expogrande 2025

Segundo dia da Expogrande 2025 será marcado por shows de Matuê, Teto, Will e Brandão (30PRAUM)

Polícia

Homem é condenado a 5 anos por tentar matar Leonardo a tiros nas Moreninhas

Réu deverá cumprir a pena no regime semiaberto

Polícia

Estudante sofre preconceito devido à sua ascendência em supermercado na Vila Planalto

O caso deve ser investigado pela Polícia Civil