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Polícia

Empreiteiro é preso com arma e munições durante operação que investiga desvios de R$ 300 milhões

'Batida' de policiais em chácara de Campo Grande terminou com empresário detido
Evelin Cáceres, Thatiana Melo -
Operação Cascalhos de Areia foi deflagrada em Campo Grande (Foto: Henrique Arakaki/Jornal Midiamax)

O empreiteiro Adir Paulino Fernandes foi preso na manhã desta quinta-feira (15) durante a Operação ‘Cascalhos de Areia’, deflagrada pelo Gaeco, que cumpriu 19 mandados de busca e apreensão. A prisão aconteceu em Terenos, na Chácara Santa Dirce.

Policiais do Batalhão de Choque foram até o local para cumprir os mandados de busca e na chácara, que fica na MS-355, localizaram um revólver calibre .32 e quatro munições, sendo duas deflagradas e duas intactas. Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a delegacia.

O empreiteiro tem contrato de R$ 219.738.348,88 da JR Comércio e Serviços Eireli, de Adir Paulino Fernandes. Atualmente, o contrato de R$  209 milhões com para locação de serviços visando ao aluguel de máquinas pesadas, caminhões, veículos leves e equipamentos, incluindo combustível, operadores, motoristas, alimentação, translado e manutenção dos maquinários, segundo a .

Operação ‘Cascalhos de Areia’

Os mandados de busca e apreensão foram expedidos por meio da 31ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social, contra o empreiteiro. A operação conta também com o GECOC (Grupo Especial de Combate à Corrupção).

Agentes foram até a sede da empresa ALS, localizada no Jardim Monumento, em Campo Grande. Além dos agentes do Gaeco, policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar também estão na sede da empresa.

A operação se deu depois de investigação que tramita na Promotoria de Justiça que apurou a lavagem de dinheiro da organização criminosa. A Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras) também foi alvo da operação. Agentes do Gaeco estiveram no prédio e conversaram com o secretário municipal de Obras, Domingos Sahib Neto, mas nada foi levado.

A organização criminosa praticava crimes de peculato, corrupção, fraude à licitação e lavagem de dinheiro, relativos a contratos para manutenção de vias não pavimentadas e locação de maquinário de veículos junto ao Município, que ultrapassam o valor de R$ 300 milhões.

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