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Polícia

Homem que matou Geni e esfaqueou enteados morre no hospital após colidir carro contra caminhões

Ele chegou a ser socorrido em estado gravíssimo, mas não resistiu e morreu.
Karina Campos, Thatiana Melo -
(Foto: Nathalia/Alcantara)

Morreu na tarde neste sábado (24), na Santa Casa de Campo Grande, Silço Donizete Mendes, de 55 anos, após assassinar a ex-companhera Geni da Costa Reis dos Santos, de 48 anos, no Jardim Tarumã, em Campo Grande. O feminicida se envolveu em um acidente de trânsito na BR-163.

Silço fugiu em seu veículo, um GM Corsa, pela rodovia, em sentido ao distrito de Anhanduí. A suspeita é que ele tentou se matar ao jogar o carro contra dois caminhões. Ele chegou a ser socorrido em estado gravíssimo, mas não resistiu e morreu.

A funerária foi acionada por volta das 13h30 para transferência do corpo ara o IML (Instituto Médico Legal).

Feminicídio

Por volta das 19h30 de sexta-feira (23), uma idosa de 70 anos, conhecida da vítima, conta que Geni havia chegado há poucos dias no endereço depois de ter sido agredida por Silço. Ela teria se mudado da chácara que mora com ele há três anos. Na tentativa de se separar, teria pego uma moto do casal e trazido para casa dos filhos. No dia do crime, o rapaz teria chegado pouco antes de ser esfaqueado pelo ex-padrasto.

“Ela disse que não queria mais [continuar casada depois da agressão]. Ele [Silço] chegou e começou a conversar com o soldado [se refere ao filho de Geni], o carro estava parado na frente da casa, quando ele gritou, chutou o portão, foi no carro e pegou uma faca. Esfaqueou ele no portão. Foi questão de segundos e esfaqueou todo mundo”.

Moradora antiga do bairro, conta que acreditava em uma convivência harmoniosa, já que frequentemente o casal vinha para região para almoçar em família. Relata que não ouvia gritos ou discussões, mas não consegue esquecer o crime trágico que presenciou na última noite. Chegou a tentar ajudar a amiga, mas viu desfalecer.

“Tragédia terrível, ver a pessoa pedindo socorro com os olhos. Na hora que ele saiu [Silço], fui ver a o soldado e a mãe. A menina [filha] gritando por socorro. Ela estava degolada. Fui pegar uma toalha, o vizinho segurava o pescoço, quando voltei não deu tempo. Uma cena dessa não quero ver nunca mais”, contou.

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