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Polícia

TRF3 nega liminar e mantém presa advogada ‘gestora do PCC’ e esposa de Minotauro

Decisão do desembargador federal Maurício Kato indeferiu liminarmente habeas corpus impetrado Maria Alciris Cabral Jara, esposa de Sérgio de Arruda Quintilliano, o ‘Minotauro’. Condenada a 20 anos e 10 meses de prisão, Maria é apontada como considerada gestora do grupo criminoso pertencente ao PCC (Primeiro Comando da Capital). Ela recorreu ao TRF3 (Tribunal Regional Federal da ...
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(Foto: TRF3)
(Foto: TRF3)

Decisão do desembargador federal Maurício Kato indeferiu liminarmente habeas corpus impetrado Maria Alciris Cabral Jara, esposa de Sérgio de Arruda Quintilliano, o ‘Minotauro’. Condenada a 20 anos e 10 meses de prisão, Maria é apontada como considerada gestora do grupo criminoso pertencente ao PCC (Primeiro Comando da Capital). Ela recorreu ao (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) na tentativa de permanecer em liberdade até o trânsito em julgado do processo de origem, na 2ª Vara Federal de .

No habeas corpus criminal de nº 5002105-05.2021.4.03.000, a defesa alega que a advogada é ré primária, possui bons antecedentes e está há mais de um ano sem ver a filha de dois anos de idade, o que aponta como ilegalidade devido ao preceito de proteção integral à criança. No pedido, o advogado também desqualifica a configuração de crime cometido por organização criminosa, sob o argumento de que apenas três dos quatro réus foram condenados. Pede ainda, que ela espera o trânsito em julgado em liberdade ou com fixação de medidas cautelares diferentes da prisão.

Ao analisar o pedido de liminar, o desembargador federal lembrou que outra liminar indeferida em janeiro ainda aguarda julgamento do mérito. “Em suma, as impetrantes não apresentaram qualquer alteração fática na situação da paciente, limitando-se a reiterar os argumentos já expostos e apreciados em ações anteriores. Logo, pendentes duas ações idênticas, impõe-se a extinção da última, conforme orientação do Supremo Tribunal Federal”, declarou.

Sobre o pedido em questão, indeferiu a liminar e manteve a prisão de Maria. A decisão foi publicada na edição desta terça-feira (9) do Diário Eletrônico de Justiça Nacional.

Gestora do grupo criminoso

A aponta que Maria Alciris era braço direito de Minotauro, apontado como liderança do PCC, e ainda gestora financeira do grupo criminoso. Por isso, era responsável por administrar o pagamento dos integrantes da organização e colocava em planilhas os pagamentos mensais aos policiais paraguaios.

Também cuidava de organizar os voos com carregamentos de drogas (horários, voos, pilotos, pistas de pouso) e dos bens móveis e imóveis do grupo. Em parte da investigação, foi inclusive descoberta uma relação direta entre Minotauro e a esposa com a família Pavão, declarada liderança da facção rival CV (Comando Vermelho).

Eles teriam feito o pagamento de uma dívida através da transmissão de uma propriedade. Com isso, Maria Alciris teve contato direto com membros do alto escalão da família Pavão. Ela ainda é investigada por suspeita de autoria intelectual de homicídios como do policial civil Wescley Vasconcelos e da tentativa de contra homem ligado a Pavão em dezembro de 2018.

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