Polícia

Polícia fiscaliza 11 embarcações e apreende redes de 200 metros

Fiscalização no rio Paraná, envolvendo o Lago da Usina Sérgio Motta

Diego Alves Publicado em 22/06/2021, às 20h14

Divulgação, PMA
Divulgação, PMA

A PMA (Polícia Militar Ambiental) de Bataguassu fiscalizou 11 embarcações, 18 pescadores, apreende 200 metros de redes de pesca e retira peixes apodrecidos e vivos dos petrechos no Rio Paraná, nesta terça-feira (22).

Polícia Militar Ambiental de Bataguassu realizou hoje (22) fiscalização no rio Paraná, envolvendo o Lago da Usina Sérgio Motta, e apreendeu petrechos ilegais para pesca. Durante os trabalhos, a PMA fiscalizou 11 embarcações e 18 pessoas desenvolvendo pesca amadora e profissional, bem como pessoas que praticavam a pesca no barranco e todos pescavam legalmente.

A equipe retirou o rio duas redes de pesca, medindo 200 metros. Os infratores que armaram os petrechos ilegais não foram localizados e nem identificados. Durante a retirada dos petrechos, vários peixes mortos foram retirados dos petrechos, devido ao tempo prolongado em que os petrechos estavam armados. Alguns peixes vivos que estavam enroscados nas redes foram soltos no rio.

Este tipo de degradação é um dos grandes motivos da preocupação da PMA com relação a esses petrechos, pois, mesmo, quando os criminosos não vão conferir, por algum motivo, ou se esquecem de onde armaram, esses materiais continuam matando peixes até sua deterioração o que leva muito tempo, como o que aconteceu neste caso. Dessa forma, a retirada é preventiva à mortandade dos peixes, bem como um prejuízo financeiro aos proprietários.

Por esta razão, a manutenção da fiscalização e retirada desses petrechos precisam ser constantes, tendo em vista, a grande capacidade de captura e ocasionamento de mortes dos peixes e, ainda, os pescadores armam o material pela madrugada e ficam somente conferindo, quando não observam presença da fiscalização, o que torna a prisão dos elementos que armam os petrechos ilegais muito difícil, devido ao pouco tempo que ficam nos rios.

As equipes continuam os trabalhos, tanto para evitar que pessoas pratiquem a pesca predatória, bem como realizar a retirada de petrechos ilegais que são armados nos cursos d’água, para evitar a degradação de cardumes.

Jornal Midiamax