Polícia

Homem estupra concunhada adolescente, a ameaça de morte e pede absolvição em MS

Depois de estuprar a concunhada de 16 anos e fazer ameaças de morte na cidade de Cassilândia a 430 quilômetros de Campo Grande, um homem de 33 anos pediu pela absolvição do crime cometido em 2019, que foi negada nesta terça-feira (16) pela Justiça. O crime aconteceu em janeiro de 2019, quando o homem foi […]

Thatiana Melo Publicado em 16/03/2021, às 10h28 - Atualizado às 17h02

(Ilustrativa)
(Ilustrativa) - (Ilustrativa)

Depois de estuprar a concunhada de 16 anos e fazer ameaças de morte na cidade de Cassilândia a 430 quilômetros de Campo Grande, um homem de 33 anos pediu pela absolvição do crime cometido em 2019, que foi negada nesta terça-feira (16) pela Justiça.

O crime aconteceu em janeiro de 2019, quando o homem foi até a casa da vítima e passou a bater nas janelas para entrar já que sabia que ela estava sozinha. Consta da denúncia que a jovem tinha à época 16 anos, e que o crime foi cometido mediante violência com emprego de arma branca e força física, além de ameaças de morte já que o autor dizia que iria matá-la caso não cedesse à sua vontade em ter relações sexuais com ele.

Segundo apurado, por ocasião dos fatos, o denunciado foi até a residência da vítima que se encontrava sozinha e começou a bater nas janelas e portas da casa. Ao abrir a porta, a vítima foi empurrada por ele, que entrou apontando um canivete em sua direção, obrigando-a a tirar a roupa, e disse: “eu te amo, seu marido não te ama”.

Consta ainda que logo após o crime, o acusado teria dito que se ela contasse a alguém sobre o estupro iria matar seus familiares, contratando alguém para fazer o serviço se fosse preso. Ao deixar o local, o denunciado ainda ameaçou a vítima dizendo: “não chama a polícia, não conta nada para ninguém, nem para seu marido, ele não vai perceber que eu fiz isso com você’.

Na saída, ele ainda teria dado R$ 10 para a jovem dizendo para usar o dinheiro para colocar gasolina e ir ao seu encontro. Caso contrário, iria voltar à residência para praticar novamente abusos sexuais. O homem foi condenado a 10 anos e 6 meses, que teve sentença proferida em 17 de agosto de 2020, e seu pedido de absolvição negado nesta terça (16).

Jornal Midiamax