Polícia

Em uma semana polícia já destruiu 396 hectares de lavouras de maconha na fronteira de MS

Mais de 1.200 toneladas de maconha já foram destruídas em lavouras localizadas na Serra do Amambay, nas proximidades de Pedro Juan Caballero e Capitan Bado, cidades paraguaias que fazem fronteiras com Ponta Porã e Coronel Sapucaia, no Mato Grosso do Sul. Os dados são da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas). Com base em ações da “Operação […]

Marcos Morandi Publicado em 03/03/2021, às 12h01

Agente paraguaio, durante operação na fronteira.(Foto: Senad)
Agente paraguaio, durante operação na fronteira.(Foto: Senad) - Agente paraguaio, durante operação na fronteira.(Foto: Senad)

Mais de 1.200 toneladas de maconha já foram destruídas em lavouras localizadas na Serra do Amambay, nas proximidades de Pedro Juan Caballero e Capitan Bado, cidades paraguaias que fazem fronteiras com Ponta Porã e Coronel Sapucaia, no Mato Grosso do Sul. Os dados são da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas).

Com base em ações da “Operação Nova Aliança XXIV”, realizadas em extensas propriedades rurais da região, as autoridades paraguaias calculam prejuízos da ordem de 36 milhões de dólares, que seriam arrecadados com o processamento das plantas por meio de laboratórios mantidos pelo crime organizado.

Por meio de estratégias montadas pela SENAD, FTC (Força Tarefa Conjunta) e Ministério Público, com o apoio da Polícia Federal brasileira, os helicópteros movimentam diariamente os contingentes encarregados das áreas de patrulhamento onde já foram detectados cerca de 72 centros de produção, todos localizados em áreas com maiores dificuldades de acesso.

Durante 8 dias de ação efetiva, além da destruição dos 396 hectares de cultivo de maconha, as diferentes equipes de trabalho já conseguiram tirar de circulação o equivalente a 1.200 toneladas de maconha. Além disso, Plantas recém-cultivadas, em fase de colheita, bem como 14 toneladas já prontas para transferência para os centros de consumo foram incineradas

Segundo a coordenação da Senad, a operação se estende por mais uma semana e espera-se que os números atingidos ganhem maior dimensão com o passar dos dias. Os centros de produção e coleta de maconha, segundo o órgão, continuam sendo um dos principais elos na consolidação de uma economia ilegal dos grupos criminosos assentados em nosso território.

Jornal Midiamax