Polícia

Acusado de matar idoso estrangulado com calça jeans alega falta de provas

Desembargadores da 3ª Câmara Criminal do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) negaram recurso em sentido estrito a Israel Alves de Souza, acusado do homicídio de Dalírio Honorato, de 84 anos. A vítima foi estrangulada com uma calça jeans no dia 8 de janeiro de 2018, no Jardim Tarumã. Em seu pedido, […]

Renan Nucci Publicado em 22/03/2021, às 17h31

Foi preso por policiais da DEH. Imagem: Divulgação.
Foi preso por policiais da DEH. Imagem: Divulgação. - Foi preso por policiais da DEH. Imagem: Divulgação.

Desembargadores da 3ª Câmara Criminal do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) negaram recurso em sentido estrito a Israel Alves de Souza, acusado do homicídio de Dalírio Honorato, de 84 anos. A vítima foi estrangulada com uma calça jeans no dia 8 de janeiro de 2018, no Jardim Tarumã.

Em seu pedido, a defesa alegava ausência de indícios suficientes de autoria do crime e solicitava a impronúncia. No entanto, a desembargadora Dileta Terezinha Souza Thomaz, relatora do processo, entendeu que o réu deveria ser levado a julgamento e que o júri irá decidir sobre o envolvimento dele.

O réu estava foragido e depois de 2 anos, foi capturado pela DEH (Delegacia Especializada de Homicídios), em junho do ano passado. Conforme a Polícia Civil, a equipe da DEH realizava diligências, quando localizou o suspeito e constatou que contra ele havia um mandado de prisão em aberto.

O processo havia sido suspenso diante da fuga de Israel. No entanto, com a captura, foi reaberto e ele será julgado pelo crime. Dalírio foi morto estrangulado na casa onde morava no Jardim Tarumã por duas pessoas, Israel e um jovem de 29 anos de idade. Conforme testemunhas, costumeiramente Dalírio deixava usuários de drogas acessarem sua casa para ingerirem bebida alcoólica.

Jornal Midiamax