Polícia

Visitas em quatro presídios de MS estão proibidas por mais 15 dias

Fazendo parte das medidas adotadas em prevenção ao contágio do novo coronavírus, a Agepen-MS (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário em Mato Grosso do Sul) prorrogou por mais 15 dias a suspensão temporária das visitas presenciais em quatro unidades penais do Estado. A medida foi oficializada por meio de portaria, publicada no Diário Oficial […]

Dayene Paz Publicado em 31/12/2020, às 07h29 - Atualizado às 09h54

Agepen prorrogou suspensão por mais 15 dias. Imagem: Divulgação
Agepen prorrogou suspensão por mais 15 dias. Imagem: Divulgação - Agepen prorrogou suspensão por mais 15 dias. Imagem: Divulgação

Fazendo parte das medidas adotadas em prevenção ao contágio do novo coronavírus, a Agepen-MS (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário em Mato Grosso do Sul) prorrogou por mais 15 dias a suspensão temporária das visitas presenciais em quatro unidades penais do Estado. A medida foi oficializada por meio de portaria, publicada no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (30).

Continuam suspensas as visitas no Estabelecimento Penal de Amambai, Penitenciária de Segurança Máxima de Naviraí e Estabelecimento Penal de Nova Andradina. As visitas nestes locais estão interrompidas desde o dia 14 deste mês. Também por foi determinada a paralisação das visitas presenciais por igual período na Unidade Penal Ricardo Brandão, em Ponta Porã.

Segundo a agência penitenciária, as suspensões vêm sendo analisadas, caso a caso, juntamente com as direções das unidades prisionais, sendo, até o momento, definidas nesses quatro presídios, que continuam com o oferecimento dos encontros dos internos com familiares por meio virtual.

Conforme a publicação, se faz necessária adoção de medidas de prevenção, diante do aumento do número de registros de infectados pela Covid-19, nos municípios de Amambai, Naviraí, Nova Andradina e Ponta Porã, bem como o alto índice de ocupação dos leitos especializados no tratamento da Covid-19 nessas regiões. Além disso, leva em consideração a vulnerabilidade da população carcerária, por conta do encarceramento coletivo, bem como, as características arquitetônicas das unidades prisionais.

Jornal Midiamax