Polícia

Pedreiro espancou colega com espátula, pincel e ainda asfixiou vítima com fio

Às 15 horas do próximo dia 11 de novembro, Luiz Eduardo Gomes Gondim, acusado de matar um colega pedreiro enforcado durante reforma em uma escola de Camapuã, a 135 quilômetros de Campo Grande, será interrogado pela juiz Deni Luis Dalla Riva. O réu é acusado espancar a vítima com várias ferramentas e depois enforcá-la com […]

Renan Nucci Publicado em 04/11/2020, às 13h27 - Atualizado às 17h05

Corpo da vítima foi jogado em caçamba de entulho. Foto Ilustrativa
Corpo da vítima foi jogado em caçamba de entulho. Foto Ilustrativa - Corpo da vítima foi jogado em caçamba de entulho. Foto Ilustrativa

Às 15 horas do próximo dia 11 de novembro, Luiz Eduardo Gomes Gondim, acusado de matar um colega pedreiro enforcado durante reforma em uma escola de Camapuã, a 135 quilômetros de Campo Grande, será interrogado pela juiz Deni Luis Dalla Riva. O réu é acusado espancar a vítima com várias ferramentas e depois enforcá-la com fio.

Na audiência, além de Luiz Eduardo, também serão ouvidas testemunhas de acusação e defesa. O procedimento antecede o julgamento. Conforme denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual, no dia 28 de agosto, por volta das 06h, na Escola Municipal Ernesto Solon Borges, o pedreiro matou a vítima José Nildo Mendes Ribeiro, ocultando, posteriormente, o cadáver.

Segundo apurado, o denunciado e a vítima eram funcionários da um empreiteira e estavam trabalhando na reforma da escola, onde utilizavam uma das salas como alojamento. Na noite dos fatos, Luiz Eduardo, por motivos não esclarecidos até o momento, passou a agredir fisicamente o colega pedreiro, atingindo-o na face, na região posterior do crânio e no pescoço, utilizando diversos objetos como espátula, pincel, cabo de vassoura e um disco de corte, causando-lhe diversas lesões.

Posteriormente, utilizou um fio elétrico para asfixiar a vítima até a morte. Após, o denunciado limpou o sangue que havia na escola, bem como se dirigiu ao banheiro, ocultando o cadáver dentro de uma caçamba de entulhos, jogando areia por cima para que não fosse encontrado. No entanto, testemunhas acharam o corpo de acionaram a polícia.

Jornal Midiamax