Polícia

Paraguaios são presos ao serem flagrados pescando com produtos proibidos em rio de MS

Dois paraguaios foram presos na tarde desta sexta-feira (12) ao serem flagrados pela PMA (Polícia Militar Ambiental) pescando no rio Apa, em Caracol, a 384 quilômetros de Campo Grande. Eles utilizavam tarrafa, que é um petrecho proibido. A prisão foi realizada durante a operação “Big Fish”, deflagrada em virtude do feriadão em Mato Grosso do […]

Dayene Paz Publicado em 13/06/2020, às 09h29 - Atualizado às 19h14

Usavam petrechos proibidos. Imagem: PMA
Usavam petrechos proibidos. Imagem: PMA - Usavam petrechos proibidos. Imagem: PMA

Dois paraguaios foram presos na tarde desta sexta-feira (12) ao serem flagrados pela PMA (Polícia Militar Ambiental) pescando no rio Apa, em Caracol, a 384 quilômetros de Campo Grande. Eles utilizavam tarrafa, que é um petrecho proibido. A prisão foi realizada durante a operação “Big Fish”, deflagrada em virtude do feriadão em Mato Grosso do Sul.

A PMA de Bela Vista estava em fiscalizações no rio Apa, quando surpreendeu os homens, que estavam usando tarrafas. No acampamento em que estavam também foram encontrados carretéis com oito anzóis de galho, petrechos ilegais, que os infratores iriam armá-los no rio e dois rifles de caça calibres 22, com 22 munições, cada um pertencente a um pescador.

Os pescadores, um radialista de 46 anos e um auxiliar agropecuário de 21, residentes no Distrito de San Carlos (PY) haviam chegado há pouco tempo ao local, iniciavam a pescaria e não tiveram tempo de capturar nenhum pescado. Além da pesca predatória, eles também praticariam caça na região.

As tarrafas, rifles, munições, um motor de popa com o tanque, um barco e a carreta reboque para puxá-lo, bem como caixas e garrafas térmicas dos infratores foram apreendidos.

Eles foram presos e levados para a delegacia de Polícia Civil de Caracol, onde foram autuados em flagrante pelo crime ambiental de pesca predatória, com pena de um a três anos de detenção e pelo crime de porte ilegal de arma de fogo cuja pena prevista é de dois a seis anos de reclusão.

Os pescadores não foram multados porque não possuem nacionalidade brasileira.

Jornal Midiamax