Polícia

Mato Grosso do Sul teve redução de 30% nos registros de crimes ambientais

Comparativo entre 2019 e 2020 mostra que Mato Grosso do Sul teve diminuição de 30% nos registros de crimes ambientais. Os dados são da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública). De janeiro até 13 de setembro de 2019 foram registrados 600 casos de crimes ambientais. Já no mesmo período de 2020, foram […]

Fábio Oruê Publicado em 13/09/2020, às 17h14

Retirada de vegetação nativa é considerada um crime ambiental. (Foto: Divulgação/PMMS)
Retirada de vegetação nativa é considerada um crime ambiental. (Foto: Divulgação/PMMS) - Retirada de vegetação nativa é considerada um crime ambiental. (Foto: Divulgação/PMMS)

Comparativo entre 2019 e 2020 mostra que Mato Grosso do Sul teve diminuição de 30% nos registros de crimes ambientais. Os dados são da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública).

De janeiro até 13 de setembro de 2019 foram registrados 600 casos de crimes ambientais. Já no mesmo período de 2020, foram 415 casos de crimes contra o meio ambiente.

Comparando somente os 13 primeiros dias de setembro, 2019 teve mais que o dobro deste ano. Foram 49 registros no ano passado contra 17 em 2020.

No total, o ano passado fechou com 893 casos registrados de crimes ambientais.

No ano passado, inclusive, setembro foi o mês com maior número de registros no ano todo. Foram 111 ocorrências no período e em 2º lugar ficaram empatados agosto e outubro, com 100 registros.

Crimes contra a natureza

A Lei de Crimes Ambientais inclui os crimes contra a fauna e flora, poluição urbana, patrimônio cultural e administração ambiental.

Exemplificando, a pesca ilegal, caça, modificações em florestas de preservação permanente, poluição de qualquer natureza, vandalizar locais protegidos por lei, entre outros são crimes previstos na lei.

Jornal Midiamax