Polícia

Polícia paraguaia impede ‘guerra’ entre PCC e Rotela em presídio na fronteira com MS

Com um massacre marcado para o próximo fim de semana, na penitenciária de Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã a 346 quilômetros de Capo Grande, uma vistoria feita por agentes acabou encontrando várias armas artesanais, nas celas da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) e Clã Rotela. Com a informação de que […]

Thatiana Melo Publicado em 17/06/2020, às 11h19 - Atualizado às 11h50

Dez pressos morreram no ano passado em uma guerra entre as facções (ABC Color)
Dez pressos morreram no ano passado em uma guerra entre as facções (ABC Color) - Dez pressos morreram no ano passado em uma guerra entre as facções (ABC Color)

Com um massacre marcado para o próximo fim de semana, na penitenciária de Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã a 346 quilômetros de Capo Grande, uma vistoria feita por agentes acabou encontrando várias armas artesanais, nas celas da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) e Clã Rotela.

Com a informação de que um massacre havia sido marcado pelos detentos, os agentes da penitenciária fizeram uma vistoria, nas celas dos membros das facções criminosas encontrando facas artesanais, lanças e até cordas que seriam usadas, segundo o site ABC Color. A quantidade de material apreendido não foi divulgada.

No dia 16 de junho de 2019, dez detentos foram mortos decapitados e carbonizados em um confronto entre PCC e Clã Rotela. Os mortos foram identificados como Derlis Silvia, Pedro Duarte, José Osorio, Roberto Morales, Roberto Presentado, Roque Ariel Lugo, Cristian Dominguez, Victor Olmedo, Derlis Sanches e Bruno Cuttier – que chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital.

O motim foi motivado por vingança, do rei do crack, Armando Rotela. A vingança teria sido arquitetada por Armando depois de membros do seu clã teriam sido assassinados por membros da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) e em resposta foi o motim teria sido organizado.

Jornal Midiamax