Polícia

Filho de PM executado a tiros de fuzil na porta de casa estudava Direito

Matheus Xavier, de 20 anos, executado a tiros de fuzil, na noite desta terça-feira(9), em Campo Grande, no bairro Miguel Couto, cursava direito na universidade UCDB. Nas redes sociais foi publicada nota de pesar pela morte de Matheus. O Diretório Acadêmico Clóvis Beviláquia emitiu em nota condolências à família do acadêmico e aos amigos do […]

Thatiana Melo Publicado em 10/04/2019, às 09h47 - Atualizado em 11/04/2019, às 09h18

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Matheus Xavier, de 20 anos, executado a tiros de fuzil, na noite desta terça-feira(9), em Campo Grande, no bairro Miguel Couto, cursava direito na universidade UCDB. Nas redes sociais foi publicada nota de pesar pela morte de Matheus.

O Diretório Acadêmico Clóvis Beviláquia emitiu em nota condolências à família do acadêmico e aos amigos do rapaz. “As lembranças da pessoa de grande coração, e do acadêmico sempre atuante nos eventos promovidos pelo Diretório, são marcas que ficarão para sempre na memória dos que o cercavam.

Sua última ação pública em nosso meio foi inesquecível, atuou como representante da Promotoria no Tribunal de Recepção aos Calouros, e encantou todos os presentes com uma oratória firme e persuasiva.

E é assim que será lembrado no meio acadêmico, que para sempre terá em uma memória os momentos únicos vividos ao seu lado.

Amigo, vá em paz!”.

Matheus estava no 3º ano do curso de direito e foi executado a tiros de fuzil, na noite desta terça-feira (9), quando manobrava o carro do pai, uma camionete para poder retirar seu carro da residência. O pai chegou tentar socorrer o filho, mas ele chegou sem vida ao hospital.

Acredita-se que Matheus tenha sido assassinado no lugar no pai, o capitão da Polícia Militar Paulo Roberto Xavier, que já havia sido condenado em 2009 por envolvimento com uma organização que explorava máquinas caça-níqueis em Campo Grande. Paulo Roberto Teixeira Xavier foi condenado a sete anos de prisão em regime fechado por falsidade ideológica, por manter um estabelecimento comercial, o que é proibido para oficial e corrupção passiva.

Jornal Midiamax