Polícia

Assassinado por tribunal do crime do PCC teria dívida de drogas na prisão

A morte de Wagner Sebastião do Santos Haak, de 27 anos, que foi encontrado no dia 18 de abril, com os pés e mãos amarrados, depois de ser julgado em um ‘Tribunal do Crime’ foi assassinado por causa de uma dívida de drogas que tinha contraído dentro do presídio, da cidade de Dourados – a […]

Thatiana Melo Publicado em 29/04/2019, às 10h41 - Atualizado às 18h28

Foto: Osvaldo Duarte/ Dourados News
Foto: Osvaldo Duarte/ Dourados News - Foto: Osvaldo Duarte/ Dourados News

A morte de Wagner Sebastião do Santos Haak, de 27 anos, que foi encontrado no dia 18 de abril, com os pés e mãos amarrados, depois de ser julgado em um ‘Tribunal do Crime’ foi assassinado por causa de uma dívida de drogas que tinha contraído dentro do presídio, da cidade de Dourados – a 225 quilômetros de Campo Grande.

Nesta segunda-feira (29), nove pessoas foram presas pela morte de Wagner, que estava foragido da Justiça. Ele teria assassinado em 2012, uma mulher que teve o corpo jogado dentro de um poço. Edson de Souza Alencar, conhecido como ‘Edinho cadeirante’, integrante da facção é quem teria dado a ordem para a execução.

Foram presos durante a deflagração da Operação Mortalha, nesta segunda (29), Patrícia Conceição Ventura, namorada da vítima, a filha de Patrícia, Karla Ventura Rosa, Matheus Willian Souza Santos, Peterson Fernandes Barreto e Gabriel Henrique da Silva, segundo o site Dourados News.

Uma adolescente de 16 anos, também filha de Patrícia foi apreendida. As mulheres atraíram Wagner até uma casa e lá a vítima foi assassinada. De acordo com o delegado Rodolfo Daltro, dentro do presídio Wagner teria contraído dívidas de drogas com integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Jornal Midiamax