Polícia

Acusado de morte dentro de ambulância diz que, se falar do crime sofrerá no presídio

Foi a julgamento nesta quarta-feira (25) Douglas Aparecido Cardoso, conhecido como ‘Baleado’ pelo assassinato de Jhenifer de Almeida, me março de 2018, no bairro Nova Campo Grande. Ela foi encontrada em um terreno baldio cm várias facadas pelo corpo e cabeça. Denis Henrique do Nascimento, conhecido como ‘Irmão Ripiado’ entrou com recurso e não foi […]

Thatiana Melo Publicado em 25/09/2019, às 09h37 - Atualizado às 12h58

(Henrique Arakaki, Midiamax)
(Henrique Arakaki, Midiamax) - (Henrique Arakaki, Midiamax)

Foi a julgamento nesta quarta-feira (25) Douglas Aparecido Cardoso, conhecido como ‘Baleado’ pelo assassinato de Jhenifer de Almeida, me março de 2018, no bairro Nova Campo Grande. Ela foi encontrada em um terreno baldio cm várias facadas pelo corpo e cabeça. Denis Henrique do Nascimento, conhecido como ‘Irmão Ripiado’ entrou com recurso e não foi a julgamento nesta quarta.

Durante o depoimento, Douglas disse que não poderia falar nada sobre o crime, já que os ‘disciplinas’ da Máxima poderiam pegar ele, e sofreria as consequências por causa disso. Ele se limitou a dizer que não teve participação no assassinato, e que nem estava no local quando Jhenifer foi morta. Douglas é acusado por homicidio qualificado por meio cruel e por recurso que dificultou defesa da vítima.

Douglas disse apenas, que um dia antes do crime estava em casa que fica em frente a terreno onde o corpo da vítima foi encontrado bebendo com a família e com Denis, sendo que no fim do dia foi até um bar no Jardim Carioca e que o amigo teria voltado sozinho para casa, mas 40 minutos depois voltou ao bar o chamando para ir embora.

Quando chegaram em casa na Nova Campo Grande, Denis teria contado sobre o crime para ele, e naquela noite os dois resolveram dormir em um hotel. Douglas já tem passagens no estado paulista por roubo e porte de arma, e que teria vindo para a Capital atrás de emprego.

Na época, os dois teriam dito depois de sua prisão que eram integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), e que eles queriam montar um ponto de comercialização de drogas na região. Jenenffer era usuária de drogas e teria comprado entorpecentes dos dois.

Dentro de uma casa, onde foram encontrados vestígios de sangue, a polícia localizou dentro de um tanque de lavar roupas, dois pares de tênis, três meias, um casaco e duas calças jeans com alvejante e sabão. A delegada acredita que os acusados tentavam limpar os vestígios de sangue das roupas.

A jovem, foi espancada, e chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas morreu dentro da ambulância a caminho do hospital, no dia 26 de março deste ano. No local foram localizados uma bolsa, peças de roupas e uma bíblia que seria de Jennifer. O avô, de 80 anos, da jovem contou que ela havia falado para a família que estaria grávida. Mas, sobre a gravidez a delegada disse que a jovem não estava gestante.

Jornal Midiamax