Polícia

Defesa tenta prisão domiciliar a cabeleireira que matou vendedor, mas pedido é negado

A defesa da cabeleireira Joice Espíndola da Silva, de 35 anos, acusada de matar o vendedor Camilo de Freitas, de 28 anos, tentou a revogação da prisão preventiva para prisão domiciliar, mas teve o pedido negado pela Justiça. As advogados de Joice argumentam que ela tem três filhos de 11, 12 e 18 anos que […]

Thatiana Melo Publicado em 08/06/2018, às 10h51 - Atualizado às 13h05

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A defesa da cabeleireira Joice Espíndola da Silva, de 35 anos, acusada de matar o vendedor Camilo de Freitas, de 28 anos, tentou a revogação da prisão preventiva para prisão domiciliar, mas teve o pedido negado pela Justiça.

As advogados de Joice argumentam que ela tem três filhos de 11, 12 e 18 anos que dependem economicamente e psicologicamente da companhia diária da mãe.

De acordo com o site JP News, o Ministério Público foi contra. “Eis que preenchidos os requisitos necessários e, tratando-se de crime cometido mediante violência, incabível seria a concessão da prisão domiciliar pretendida”.

O crime

O vendedor Camilo de Freitas da Silva, de 28 anos, foi morto a facadas na noite de 20 de maio, quando brigava com sua esposa no trânsito da cidade de Três Lagoas.

Camilo e a esposa discutiam quando uma mulher em uma camionete, que estava acompanhada do filho adolescente, flagrou a briga e desceu para defender a vítima do vendedor.

Mãe e filho acabaram brigando com a vítima. E, em determinado momento, a mulher buscou uma faca no carro e acertou um golpe no peito de Camilo, que morreu antes de ser socorrido.

Jornal Midiamax