Polícia

Polícias de três Estados e da fronteira seguem em alerta por suspeita de matar manicure

Gabriela Antunes Santos está foragida

Renata Portela Publicado em 28/01/2016, às 14h37

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Gabriela Antunes Santos está foragida

Após a morte da manicure Jeniffer Nayara Guilhermete de Moraes, de 22 anos, no dia 16 de janeiro, polícias de três Estados, além das delegacias da região de fronteira com Paraguai e Bolívia, estão em alerta. O delegado responsável pelo caso fez pedido de prisão por Gabriela Antunes Santos, que seria autora do crime, e segue foragida.

Segundo o delegado Alexandre Evangelista, da 2ª Delegacia de Polícia Civil, que está a frente do caso, polícias da Bahia, Mato Grosso e Rio de Janeiro já foram alertadas. Além disso, as delegacias da região de fronteira do Brasil com Paraguai e Bolívia também foram orientadas, caso a suspeita passe por esses locais.

Também de acordo com o delegado Evangelista, há suspeita de que Gabriela esteja em uma cidade do interior de Mato Grosso do Sul. Além da foragida, Emilly Karolainy Leite, de 19 anos, e uma adolescente de 16 anos são responsabilizadas pelo crime. A jovem de 19 anos chegou a mudar o depoimento 4 vezes.

De acordo com Evangelista, em primeiro momento Emilly negou os fatos e apresentou álibi. Em segunda versão, ela confirmou a versão da adolescente Aninha, de 16 anos, afirmando que estava presente no local do crime. Na terceira versão, durante coletiva de imprensa ela conta que foi até o local do crime, mas não desceu do carro.

Por fim, no último depoimento, com a presença do advogado, Emilly contou à polícia que desceu do carro, mas ficou escondida, viu Gabriela atirar na vítima e também a adolescente jogar os pertences de Jeniffer fora. “Contudo, isso não altera os fatos. Emilly cumpre prisão temporária e foi indiciada por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e emboscada, além de corrupção de menores”, afirma o delegado Evangelista.

Conforme a polícia, foi confirmado que a morte de Jeniffer foi provocada por fratura da coluna cervical e ferimento de arma de fogo na região mandibular. O delegado Evangelista tem até o dia 19 de fevereiro para concluir o inquérito e acredita que conseguirá concluir o caso. Além disso, também acredita que até o encaminhamento ao Judiciário, Gabriela estará presa.

Jornal Midiamax