Polícia

Polícia prende dupla de moto que fez arrastão para roubar celulares

Criminosos usaram uma faca para simular arma de fogo 

Ludyney Moura Publicado em 05/04/2015, às 12h07

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Criminosos usaram uma faca para simular arma de fogo 

A Polícia Civil prendeu dois homens que roubaram diversas pessoas na noite de sábado (4), durante o feriado de Páscoa, na Capital. Os agentes chegaram à dupla depois que uma das vítimas conseguiu anotar o número da placa da motocicleta usada no crime.

Segundo o delegado que atendeu a ocorrência, Reginaldo Salomão, depois das 20h do sábado, diversas pessoas procuraram a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Bairro Piratininga para comunicar o roubo de celulares por uma dupla de motocicleta.

Os crimes aconteceram na região compreendida entre o Bairro Vilas Boas e o Lago do Amor, próximo à UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). A primeira vítima, que também conduzia uma motocicleta e foi abordada quando reduziu a velocidade em cruzamento, conseguiu anotar o número da placa da moto usada pelos criminosos. Ela contou que foi ameaçada  com uma arma de fogo para entregar o celular.

De posse da informação, uma equipe da própria Depac saiu em diligência pela região e avistou a motocicleta e a dupla de assaltante. Durante a abordagem, os policiais conseguiram prender Alisson Rodrigues, 27 anos, que pilotava o veículo e que se entregou, e o ‘garupa’ Fábio Silva Rodrigues, 29 anos, que ainda tentou fugir, mas foi capturado.

Alisson, que já tem uma ficha criminal extensa estava fora de uma unidade prisional desde outubro de 2014, confessou os crimes. Já Fábio, que tentou fugir, ainda não possuía antecedentes criminais.

Com eles os policiais encontraram cinco celulares, R$ 50 de um sexto aparelho que eles já haviam vendido, além de 10 chips, dado que leva a polícia a concluir que o número de assaltos tenha sido maior.

A arma usada para ameaçar as vítimas era na verdade uma faca, que simulavam ser um revólver. Apesar das prisões, a polícia ainda vai investigar o caso, por acreditar que o número de crimes cometidos possa ser maior. 

Jornal Midiamax