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Polícia Civil trabalha com hipótese de atentado contra novo governador de MS

Novas varreduras serão feitas em auditório onde suposta bomba foi achada

Midiamax Publicado em 02/01/2015, às 15h11

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Novas varreduras serão feitas em auditório onde suposta bomba foi achada

A Polícia Civil não descarta a possibilidade de atentado contra o novo governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB). Uma suposta bomba foi achada na manhã desta sexta-feira (2) dentro do auditório do Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, no Parque dos Poderes, em Campo Grande.

Segundo a delegada Daniella Kades de Oliveira Garcia, da 3ª Delegacia de Polícia, o objeto estava sob a cadeira onde, no dia anterior (1º), o governador estava para dar posse ao seu secretariado. Não sabe-se, no entanto, se a suposta bomba foi colocada no local antes ou depois do evento.

Por isso, nenhuma hipótese, incluindo a de atentado, está descartada até o momento. As investigações serão conduzidas pelo Garras (Grupo Armado de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros), que também enviou equipe ao centro de convenções.

Ainda conforme comentou a delegada, a Polícia Civil deverá recolher as fitas com imagens do evento do dia 1º registradas pelo circuito interno de segurança do Palácio Popular da Cultura. Até registros feitos por órgãos de imprensa poderão ser solicitados, de forma a auxiliar na investigação.

Já o Bope (Batalhão de Operações Especiais), da Polícia Militar, fará novas varreduras no local ainda nesta sexta. Segundo o major PM Wagner da Silva, sub-comandante do grupo especial, serão usados cães farejadores no trabalho.

O depoimento do homem que encontrou a bomba, até o momento não identificado e apontado como funcionário de uma empresa que desmontava a estrutura do evento do dia 1º no auditório, é esperado para a tarde desta sexta, no Garras.

A imprensa não teve acesso ao auditório, bem como não pôde registrar o objeto encontrado. Segundo informações policiais, ele contém dois tubos de PVC enrolados em fita adesiva – o artefato foi submetido a uma ‘detonação primária’, quando ficou constatada a presença de pólvora.

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