Polícia

Polícia apreende mais remédios e notas fiscais em farmácia da Capital

Na quinta, uma distribuidora foi interditada e 900 medicamentos apreendidos

Wendy Tonhati Publicado em 19/06/2015, às 14h32

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Na quinta, uma distribuidora foi interditada e 900 medicamentos apreendidos

A Polícia Civil e a Visa (Vigilância Sanitária Municipal de Campo Grande) realizaram mais uma fiscalização da ‘Operação Pharmacos’, na manhã desta sexta-feira (19). Uma farmácia da Avenida Marechal Rondon foi vistoriada. De acordo com a delegada Ana Cláudia Medina, titular da Deco (Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado), dez unidades de um medicamento foram apreendidas no local. O objetivo da operação é verificar a entrada de medicamentos irregulares no Estado. A polícia não descarta a possibilidade de os medicamentos investigados terem origem em uma carga roubada.

Os policiais e os fiscais da Visa permaneceram na farmácia por aproximadamente três horas. Conforme Medina, este foi o local com menor quantidade de medicamentos apreendidos. O nome do remédio não foi divulgado, mas segundo a delegada, é um genérico.

Na farmácia também foram recolhidas notas fiscais, para que a entrada no produto possa ser analisada. Outras buscas serão feitas durante o dia e segundo informações apuradas pelo Jornal Midiamax, uma equipe da Vigilância Sanitária está em outra filial da mesma drogaria, em Campo Grande.

Operação

Na tarde da quinta-feira (18), a Polícia Civil e a Visa apreenderam 900 unidades de medicamentos e interditaram uma distribuidora. Conforme a polícia, as investigações sobre irregularidades em medicamentos começaram há duas semanas.

Conforme Renata Rodrigues, chefe de serviço da fiscalização de medicamentos da Vigilância Sanitária Municipal, em uma das distribuidoras, as irregularidades foram encontradas no armazenamento de medicamentos e em processos administrativos da empresa. Na outra distribuidora fiscalizada, não foi divulgado se houve ou não apreensões ou interdições no local.

Agentes da perícia foram chamados para acompanhar o trabalho. Eles devem analisar se os medicamentos são irregulares ou não.

A ação contou com a participação da Deco (Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado), da Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo) e da Vigilância Sanitária Municipal.

Jornal Midiamax