Polícia

Juiz nega liberdade a suspeito de matar professor para ‘vingar’ suposta cantada

Crime aconteceu em uma escola de informática

Wendy Tonhati Publicado em 08/04/2015, às 20h11

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Crime aconteceu em uma escola de informática

A Justiça negou o pedido de revogação de prisão temporária impetrada pela defesa do eletricista Francimar Câmara Cardoso, de 30 anos, suspeito de matar o instrutor de informática Bruno Soares da Silva Santos, de 29 anos.

O crime aconteceu no dia 16 de março deste ano. O pedido foi feito pela defesa do suspeito no dia 19 de março e a decisão do juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri é datada da terça-feira (7).

Consta na decisão que o promotor deJustiça Humberto Lapa Ferri emitiu parecer desfavorável ao pleito ora em análise. O juiz analisou que seguem inalterados os requisitos exigidos para manter a prisão temporária.

“Posto isso, acolhendo o parecer do MPE, indefiro o pedido de revogação da prisão temporária de Francimar Câmara Cardoso”.

Caso

A Polícia Civil ouviu cerca de dez testemunhas para esclarecer o caso. A mulher de Francimar relatou à polícia que trabalhava com Bruno e que, no dia 23 de fevereiro, foi abordada pelo rapaz quando estava em um ponto de parada de ônibus na Rua Maracaju, próximo da empresa, a caminho de casa. Ela foi levada por ele para um corredor, onde teria sido molestada.

No fim de semana passada, ainda segundo a versão da mulher, ela foi para a casa de parentes na cidade de Aquidauana com o marido, na ocasião resolveu contar o que teria acontecido. Na segunda-feira seguinte, Francimar pegou uma espingarda de calibre 26 e foi até a escola para ‘acertar as contas’. O suspeito usou um carro locado pela empresa para a qual trabalha, de automação bancária. Na fuga, abandonou o veículo próximo do Terminal Júlio de Castilho.

Jornal Midiamax