Polícia

Homem se passa por funcionário de banco e dá golpe em idoso de R$1,6 mil

Suspeito alegou ser funcionário e portava crachá

Padrão do site Publicado em 25/11/2015, às 14h17

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Suspeito alegou ser funcionário e portava crachá

Um idoso, de 78 anos foi vítima de um golpe de estelionato na manhã dessa terça–feira (24) enquanto realizava transações em uma agência bancária, localizada na Rua Maracaju em Campo Grande. Um rapaz se identificou como funcionário, furtou o cartão da vítima e subtraiu R$ 1.669,68 da conta.

Conforme relato da vítima à polícia, por volta das 8 horas realizava transições bancárias na agência, quando um rapaz a abordou se apresentando como funcionário, portando um crachá. O suspeito informou que teria que realizar cadastramento biométrico (de digital) para fins de realização de transferências bancárias a partir do início de dezembro.

Desconfiado, o idoso perguntou onde estaria um funcionário conhecido como Rogério que sempre lhe atendeu na agência, mas o suspeito alegou que Rogério não teria chegado ainda e ofereceu ajuda.

O idoso foi submetido a colocar o dedo sobre o leitor de digital, mas como não era cadastrado, a máquina apresentou diversos avisos de que a operação não poderia ser efetuada. O suspeito então aproveitou para dizer que havia algo errado com cartão e pediu para ver.

Durante o procedimento, a vítima teve de inserir o cartão na máquina e digitar a senha várias vezes na presença do suspeito. Após verificar o cartão, o suspeito alegou que o idoso teria que voltar outro dia pois a máquina estava com problema e o devolveu.

Por volta das 15 horas, a vítima se deslocou até uma agência na Euclides da Cunha para resolver algumas pendências com sua gerente e aproveitou para contar sobre a situação. Ao lhe repassar o cartão a funcionária verificou que não lhe pertencia e que o suspeito havia feito uma troca.

Imediatamente o idoso solicitou o cancelamento do cartão, mas para sua surpresa duas compras haviam sido realizadas em débito automático, uma no valor de R$1,2 mil e outra em R$ 469,68.

O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro.

Jornal Midiamax