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Polícia ainda não tem pistas da quadrilha que rendeu PMs e explodiu cofre de banco em MS

A Polícia de Mato Grosso do Sul continua investigando a quadrilha que rendeu e sequestrou dois policiais militares e explodiu o cofre da agência bancária de Antônio João, a 402 km de Campo Grande. De acordo com o delegado Alberto Vieira Rossi, da Delegacia Especializada em Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras), […]

Arquivo Publicado em 04/12/2013, às 18h12

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A Polícia de Mato Grosso do Sul continua investigando a quadrilha que rendeu e sequestrou dois policiais militares e explodiu o cofre da agência bancária de Antônio João, a 402 km de Campo Grande. De acordo com o delegado Alberto Vieira Rossi, da Delegacia Especializada em Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras), equipes das polícias Civil e Militar estão na cidade, mas ainda não há pistas da quadrilha.


Devido à proximidade com o Paraguai, segundo Rossi, o delegado da cidade de Ponta Porã, solicitou à polícia paraguaia o repasse de possíveis informações caso algum membro da quadrilha esteja no país vizinho.  As únicas testemunhas da tentativa de roubo são um policial civil, que viu os criminosos apenas de longe, e os dois militares, que viram os bandidos com capuz no rosto.
Conforme o delegado, a agência bancária não possui câmeras de segurança. Nas proximidades do banco foi vista uma câmera, mas não foram encaminhadas à polícia.


Ação – A tentativa de roubo à agência bancária aconteceu no último sábado (30). Os criminosos armados com fuzis, capuz e colete a prova de balas invadiram a unidade policial militar. Eles renderem dois policiais militares que foram colocados dentro da viatura e levados para a agência bancária como reféns. No momento em que os assaltantes invadiram a agência, o sistema de alarme foi disparado.


Os assaltantes ainda fizeram duas explosões para tentativa de abrir o cofre, quando policiais civis chegaram em apoio e foram recebidos a tiros pelos criminosos que fugiram em dois veículos, abandonando a viatura com os policiais militares dentro.

Jornal Midiamax