Polícia

Ex-candidato preso após causar tumulto na Câmara é liberado após prestar depoimento

Após causar tumulto na sessão desta quinta-feira (10), o ex-candidato a vereador filiado ao PHS foi liberado na Depac Centro. Dionizio apareceu minutos depois para prestar depoimento.

Arquivo Publicado em 10/10/2013, às 16h32

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Após causar tumulto na sessão desta quinta-feira (10), o ex-candidato a vereador filiado ao PHS foi liberado na Depac Centro. Dionizio apareceu minutos depois para prestar depoimento.

Sob alegação de que o vereador Elizeu Dionizio (SDD) não compareceu para prestar depoimento na manhã desta quinta-feira (10) na Depac Centro, a polícia liberou o ex-candidato que teria desacatado o parlamentar, Rodrigo Valle da Costa.


Momentos após a liberação, Elizeu chegou à delegacia. Ele não conversou com a imprensa. O vereador não foi antes porque esperou a sessão na Câmara terminar para prestar os esclarecimentos.


Abandonando a sessão par acompanhar Rodrigo, o vereador Alex do PT teria pagado o advogado do rapaz.  O tumulto na Casa de Leis aconteceu nesta manhã, após o vereador Dionizio questionar erros em nomeações do Diário Oficial do Município de Campo Grande.


Incomodado com o trabalho do vereador, Rodrigo Mão levantou-se e foi perguntar a Dionizio porque ele estava falando mal do prefeito. O vereador respondeu que não estava falando mal, mas sim que estava fiscalizando, que é função do parlamentar.


Irritado, Rodrigo teria chamado Elizeu e o pai de “ladrões”. Ele ainda ofendeu a moral da igreja do parlamentar, dizendo que era “cheia de irregularidades”.


Dionizio deu voz de prisão por desacato a Rodrigo, que deixou a Câmara ao lado de policiais civis e do vereador Alex do PT.


Indignados com a situação, os vereadores questionaram a postura de Alex em ter ido defender uma pessoa que agrediu o trabalho da Casa. Alceu Bueno (PSL) observou que do jeito que está, os vereadores vão acabar apanhando por trabalhar.


Carla Stephanini (PMDB) sugeriu que Alcides Bernal convoque as pessoas para ajudar na administração e não atrapalhar. “Ele deve chamar as pessoas para irem ajudar na prefeitura, ajudar os secretários dele, porque a cidade com isso tudo continua parada. Ele não diz que quer trabalhar? Quem quer trabalhar faz isso”, argumentou.

Jornal Midiamax