Polícia

‘Enquanto não aparecer, pra mim ele está morto’, diz delegado sobre filho de Fahd Jamil

O delegado titular da Delegacia Especializada de Homicídios, Edilson Santos vai ouvir familiares de Daniel Alvarez Georges, que está desaparecido desde o dia 3 de maio, nos próximos dias. Conhecido como Danielito, Georges tem 44 anos e é filhos de Fahd Jamil. O objetivo é saber dos parentes alguma informação que possa ajudar nas investigações […]

Arquivo Publicado em 15/06/2011, às 19h15 - Atualizado em 16/10/2020, às 10h36

Daniel Alvarez Georges foi visto por último em Campo Grande (Reprodução, DEA)
Daniel Alvarez Georges foi visto por último em Campo Grande (Reprodução, DEA) - Daniel Alvarez Georges foi visto por último em Campo Grande (Reprodução, DEA)

O delegado titular da Delegacia Especializada de Homicídios, Edilson Santos vai ouvir familiares de Daniel Alvarez Georges, que está desaparecido desde o dia 3 de maio, nos próximos dias. Conhecido como Danielito, Georges tem 44 anos e é filhos de Fahd Jamil.

O objetivo é saber dos parentes alguma informação que possa ajudar nas investigações acerca do sumiço de Daniel.

Segundo o delegado, ‘Danielito’ desapareceu de uma rua nas proximidades do Shopping Campo Grande. Ele não chegou a entrar no pátio do condomínio de lojas.

Teria parado para conversar com uma pessoa e depois disto não foi mais visto. Embora tenha sumido de uma região mais próxima da 3ª DP (Carandá), o caso foi registrado na 4ª DP (Moreninhas) e depois encaminhado para a Homicídios.

Edilson Santos disse que o contato com a família de Georges, por enquanto, foi feito com um irmão e primos dele.

“Neste novo contato com eles queremos saber mais sobre o núcleo de amigos para sabermos se podemos aproveitar algo que nos leve a desvendar o desaparecimento”, disse. Questionado se trata o caso como sumiço ou homicídio o delegado assim reagiu: “enquanto ele não aparecer, pra mim, está morto”, finaliza.

Fahd foi condenado a 20 anos de prisão, em 2005, por contrabando e crimes fiscais, mas quatro anos depois, vivendo na clandestinidade, ingressou com recurso judicial e a sentença perdeu o efeito.

Contudo, Fahd ainda é tido como foragido por ter sido condenado recentemente a dez anos de prisão por crimes financeiros aqui no Brasil.

Jornal Midiamax