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Trump sugere que vacina contra coronavírus pode ficar pronta ainda este ano

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu nesta quinta-feira (14), em seu Twitter que uma vacina contra o novo coronavírus pode ser anunciada ainda em 2020. “Os trabalhos sobre a vacina parecem muito promissores, pode ficar pronta antes do fim do ano”, publicou na rede social. O republicano ainda disse que tem recebido “bons […]

Matheus Maderal Publicado em 14/05/2020, às 10h08

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu nesta quinta-feira (14), em seu Twitter que uma vacina contra o novo coronavírus pode ser anunciada ainda em 2020. “Os trabalhos sobre a vacina parecem muito promissores, pode ficar pronta antes do fim do ano”, publicou na rede social.

O republicano ainda disse que tem recebido “bons números” de Estados americanos que estão reabrindo suas economias após o período de isolamento social.

Sanofi

O laboratório farmacêutico Sanofi, com sede em Paris, está sendo alvo de críticas pelos franceses após anunciar que as primeiras vacinas que estão sendo desenvolvidas para imunizar a população do covid-19 serão reservadas aos americanos.

A controvérsia foi inflamada após o chefe-executivo do laboratório, Paul Hudson, anunciar que os pacientes americanos seriam priorizados, uma vez que o governo Trump está ajudando a financiar as pesquisas para a vacina.

Hudson voltou atrás após a onda de críticas e afirmou, mais tarde, que as vacinas seriam distribuídas a todos os países.

Essa não é a primeira polêmica envolvendo a Sanofi e integrantes do governo americano desde o início da pandemia. No mês passado, a imprensa americana levantou suspeitas sobre a campanha do presidente Donald Trump em favor da cloroquina para o tratamento da covid-19. O medicamento também é produzido pela Sanofi, que tem como acionistas assessores do republicano.

Crise

Epicentro da pandemia de coronavírus no mundo, com mais de 1,4 milhão de infectados e, pelo menos, 85,2 mil vítimas da nova doença, a maior economia do planeta vem sendo duramente atingida pelos efeitos da crise.

Nos últimos dois meses, 36 milhões de americanos perderam seus empregos – 3 milhões apenas na semana passada, de acordo com dados do Departamento do Trabalho norte-americanos divulgados mais cedo. Esse é o pior cenário para o mercado de trabalho do país desde o colapso da Bolsa de Valores de Nova York, em 1929.

Jornal Midiamax