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OMS prevê coronavírus “sob controle” no mundo em dois anos

A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que a pandemia do coronavírus esteja sob controle em “menos de dois anos” no mundo. A organização também revelou uma tendência de “estabilização” ou de “queda” em certas regiões do Brasil. Conforme publicado no portal UOL, apesar de falar sobre estabilização, o Brasil tem “muito a fazer” diante […]

Gabriel Neves Publicado em 21/08/2020, às 17h37

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A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que a pandemia do coronavírus esteja sob controle em “menos de dois anos” no mundo. A organização também revelou uma tendência de “estabilização” ou de “queda” em certas regiões do Brasil.

Conforme publicado no portal UOL, apesar de falar sobre estabilização, o Brasil tem “muito a fazer” diante do número elevado de mortes e zonas ainda apontando para altas de contágio.

O chefe de operações da OMS, Mike Ryan, disse que a “situação se estabilizou” no Brasil e por conta disso que a pressão sobre UTIs seria menor. A firmação foi feita durante coletiva de impressa realizada nesta sexta-feira (21).

“A situação no Brasil de uma certa forma se estabilizou em termos de número de infecções detectada por semana”, disse. “Certamente as UTIs estão sob uma pressão menor do que estavam antes. Quando olhamos para as incidências pelas regiões, a taxa de transmissão foi reduzida e a aceleração dos casos se estabilizou”, completou.

Ryan aproveitou para elogiar os trabalhadores do setor da saúde e das comunidades e depois questionou como a situação pode ser vista. “A questão é: isso é uma pausa? Pode ser mantida? Há uma queda? Há uma clara tendência de queda em muitas regiões. Mas há locais onde está muito presente e instável em sua transmissão”, insistiu.

“Estamos num momento em que as coisas podem parecer melhor. Mas agora exige uma dedicada e forte estratégia para levar transmissão para baixo”, destacou o irlandês.

O país é grande e há áreas que experimentam altas. Mas, de uma forma geral, há tendência de estabilidade ou de queda. Isso precisa continuar”, destacou. “Há muito a fazer”, insistiu, apontando para uma taxa ainda elevada de testes positivos no país.

Para Ryan, o controle da doença no Brasil seria uma vitória mundial, já que o país é um dos principais contribuintes para os elevados números em todo o planeta. “O sucesso para o Brasil é o sucesso para o mundo”, declarou.

Jornal Midiamax