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Ronaldinho Gaúcho se despede da prisão com churrasco, choro e sombra do Barcelona

O jogador Ronaldinho Gaúcho foi liberado na última terça-feira (7) da Agrupación Especializada, em Assunção, no Paraguai, onde ficou preso por 32 dias

Carlos Yukio Publicado em 09/04/2020, às 12h33

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O jogador Ronaldinho Gaúcho foi liberado na última terça-feira (7) da Agrupación Especializada, em Assunção, no Paraguai, onde ficou preso por 32 dias. A despedida do jogador foi marcada por um churrasco entre os presos e muito choro, segundo informa a ESPN.

Assim que deixou o tribunal, Ronaldinho e Assis, seu irmão mais velho e empresário, voltaram à prisão para se despedir dos colegas, e foram recebidos com um churrasco. Quem acompanhou o momento disse que muitos presos choraram. Emocionados.

O pedido da defesa de Ronaldinho e Assis para prisão domiciliar foi aceito após pagamento da fiança de 1,6 milhão de dólares (R$ 8,37 milhões na cotação atual) através de uma conta pessoal de Ronaldinho (800 mil dólares de cada um).

A dupla apresentou o Hotel Palmaroga, no centro histórico da capital paraguaia, como o local da prisão domiciliar. Tanto Ronaldinho quanto Assis acreditam que em breve serão liberados.

Acreditam, também, que precisam aguardar agora o fim da quarentena pela pandemia de coronavírus. A defesa entende que a Justiça paraguaia não tem nenhuma acusação contra eles.

O irmão, Assis, já se mostrou mais animado após um mês que, segundo relatou para pessoas próximas, foi “muito difícil e complicado”. Ele também acertou uma visita dos pais ao hotel assim que as fronteiras entre Brasil e Paraguai forem reabertas, após a quarentena.

Todo o encaminhamento do caso é acompanhado e monitorado pelo Barcelona, clube em que Ronaldinho jogou e chegou a ser embaixador.

Os irmãos Assis estão no Paraguai desde 4 de março, quando participariam de eventos promovidos pela empresária Dalia López (procurada pela Justiça). Eles apresentaram documentos (certidão e passaporte) falsos na chegada ao país e por isso foram presos em 6 de março.

A defesa da dupla já havia tentando em outras três oportunidades a prisão domiciliar e/ou a liberdade de ambos, mas os pedidos tinham sido rejeitados.

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