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‘Jogar na mídia e acabar com a carreira desse pipoqueiro”, pede mulher que denuncia Neymar por estupro

“Por que a gente não joga logo na mídia para acabar com a carreira desse pipoqueiro logo de vez?” foi uma das perguntas feitas pela mulher que acusou Neymar de estupro, durante um encontro em Paris, no dia 15 de maio. O questionamento faz parte de uma conversa entre a garota e o ex-advogado dela, […]

Bruna Vasconcelos Publicado em 04/06/2019, às 18h18

Foto: Reprodução / TV Globo
Foto: Reprodução / TV Globo - Foto: Reprodução / TV Globo

“Por que a gente não joga logo na mídia para acabar com a carreira desse pipoqueiro logo de vez?” foi uma das perguntas feitas pela mulher que acusou Neymar de estupro, durante um encontro em Paris, no dia 15 de maio. O questionamento faz parte de uma conversa entre a garota e o ex-advogado dela, José Edgard Bueno, divulgado pela TV Globo, na noite desta-segunda-feira (3).

O advogado deixou o caso depois que a mulher proferiu a acusação de estupro na esfera criminal, mudando a declaração inicial feita aos sócios do escritório. O pedido da cliente de “jogar” o caso na mídia foi complementado pela afirmação de que o jogador a teria “espancado e estuprado”, contrariando o relato inicial para a defesa de que o sexo teria sido consensual, mas que durante o ato Neymar teria se tornado uma pessoa violenta.

Nas conversas divulgadas, Bueno orienta a cliente a tornar o caso público somente depois que apresentar a denúncia. “Estou com raiva, Zé. Eu deveria ter matado ele quando tive a chance”, emendou a mulher. “Não vai ficar impune, mas você tem que saber que uma briga dessa demora”, completou o advogado.

Em carta enviado ao Uol Esportes, Bueno explica que foi contratado pela mulher para zelar pela defesa dos seus interesses no caso envolvendo as agressões. Após uma tentativa frustrada de negociação durante reunião com os representantes de Neymar, no dia 29 de maio, a mulher teria “tomado decisões à revelia de seus patronos”.

Segundo as alegações do escritório Fernandes e Abreu Advogados, a confecção do Boletim de Ocorrência foi feita após a reunião frustrada, onde não teve acordo com os representantes do jogador.

“Por raiva ou vingança, V. Sa. relatou no BO registrado em 31/05/2019 fatos descritos em desacordo com a realidade manifestada aos seus patronos, ou seja, compareceu à delegacia, relatando que teria sido vítima de estupro, quando, na realidade que nos foi demonstrada e ratificada por várias vezes, V. Sa. teria sido vítima de agressões.”

Jornal Midiamax