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Famoso por gravar o ‘Proibidão do Bolsonaro’, MC Reaça é encontrado morto

O funkeiro Tales Volpi, mais conhecido como MC Reaça, morreu na noite deste sábado (1°). Ele ficou famoso após gravar o ‘Proibidão do Bolsonaro’ em apoio à candidatura do atual presidente. De acordo com o site Uol, a informação foi confirmada no Facebook do artista e a causa da morte não foi revelada. No vídeo […]

Ana Paula Chuva Publicado em 02/06/2019, às 15h07 - Atualizado às 15h10

Foto: Reprodução/ Internet
Foto: Reprodução/ Internet - Foto: Reprodução/ Internet

O funkeiro Tales Volpi, mais conhecido como MC Reaça, morreu na noite deste sábado (1°). Ele ficou famoso após gravar o ‘Proibidão do Bolsonaro’ em apoio à candidatura do atual presidente.

De acordo com o site Uol, a informação foi confirmada no Facebook do artista e a causa da morte não foi revelada.

No vídeo da música em homenagem ao presidente, Reaça compara mulheres a cadelas e chegou a ser compartilhado nas redes sociais de Flávio Bolsonaro.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL), lamentou em seu perfil no Twiter, na manhã deste domingo (2) a morte do MC.

Morte

De acordo com o G1, o corpo Tales Volpi foi encontrado na noite deste sábado no km 116 da Rodovia Dom Pedro (SP-065).

Segundo informações da Polícia Civil de Valinhos, a Polícia Militar, que foi acionada até o local, indicou “possível suicídio”. O boletim de ocorrência, também foi registrado como suicídio, e diz que no local também foram encontrados uma motocicleta, uma mala de roupas e R$ 602 em dinheiro.

MC Reaça

Nascido em Porto Alegre, MC Reaça se definia como cristão, compositor e instrutor de boxe em suas redes sociais. Na semana passada ele participou da manifestação em apoio ao governo Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo.

A música que deixou MC Reaça famoso foi o “Proibidão do Bolsonaro”, lançado durante as eleições do ano passado. Na letra ele fala: “Dou pra CUT pão com mortadela / E pras feministas, ração na tigela / As mina de direita, são as top mais bela / Enquanto as de esquerda tem mais pelo que cadela”. Além disso, a música tem ataques diretos aos adversários de Bolsonaro: “Maria do Rosário não sabe lavar panela / Jandira Feghali nunca morou na favela / Luciana Genro apoia os sem terra / Mas não dá o endereço pra invadirem a casa dela”.

O “Proibidão do Bolsonaro” também detona Paulo Freire e elogia Olavo de Carvalho: “Essa juventude só se degenera / Pega o Paulo Freire e manda pra estratosfera / Um Brasil pra frente é o que o povo espera /
Vamos distribuir livro do Olavo pra galera”.

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